Letra de É Assim Que Eu Sou - Os Filhos do Rio Grande
Disco A
01
Apresentação
02
Encontro de Amigos
03
Vaneirinha do Adeus
04
Chegaram os de Bombacha | Vaneirinha do Casamento
05
É Assim Que Eu Sou
06
Flor do Meu Jardim
07
Nem Que Volte o Cheque
08
Joinha do Coração
09
Teu Apaixonado
10
História, Lenda e Canção | Levando a Vida nos Tentos
11
Flor do Baile
12
Bugio de São Francisco / Quem Não Dança Segura a Criança
13
Triste Romance
14
Beber, Cair e Levantar
15
Andarilho
16
Barquinho no Mar
17
Whisky Sem Gelo / Cabelos Compridos
18
Lembranças do Nosso Amor
19
Mocinhas do Interior
20
A Enfermeira
É Assim Que Eu Sou
Sou composto de dois lados, um é bom o outro é ruim
Não é defeito do corpo, eu gosto de ser assim
O que presta e o que não presta, terão sempre o mesmo fim
Sou ruim porque não deixo, pisarem em cima de mim
- Me sinto bem como eu sou, a minha mania é está
Sou servidor dos amigos, sei alegrar qualquer festa
Pra defender o pequeno, eu quebro o chapéu na testa
Só uso o lado ruim, quando o sujeito não presta
Não vou atrás de fuxico, nem gosto de lero-lero
As pessoas que se humilham, são as que eu mais considero
Pra quem faz e aconteço, eu lhe chamo cá te espero
Ganho bem e me governo, faço da vida o que eu quero
- Não tenho medo da morte, se um dia ela vier
A natureza me trouxe, me leve quando quiser
Jamais dobro a espinha, pras esses tipo qualquer
Só me entrego pra carinho, quando gosto da mulher
Assim mesmo nem por elas, eu nunca fui governado
Gosto delas porque sei, cumprir meu dever sagrado
Respeito a china que eu gosto, pra também ser respeitado
E a não ser de meu pai, nunca curri de barbado
- Não sou de muita confiança, nem como nada enrolado
Eu preciso dizer isso, porque ando ameaçado
Eu sou redondo e não perco pra qualquer tipo quadrado
É na hora do perigo, que eu rolo pra qualquer lado
Vou dar o meu endereço, onde o Gildo Freitas mora
No bairro da agronomia, o resto eu explico agora
Na parada vinte dois, eu atendo a qualquer hora
Sendo puro pode entrar, se não for fique lá fora
Em tambor de galo puro, mestiço não calça espora...
Não é defeito do corpo, eu gosto de ser assim
O que presta e o que não presta, terão sempre o mesmo fim
Sou ruim porque não deixo, pisarem em cima de mim
- Me sinto bem como eu sou, a minha mania é está
Sou servidor dos amigos, sei alegrar qualquer festa
Pra defender o pequeno, eu quebro o chapéu na testa
Só uso o lado ruim, quando o sujeito não presta
Não vou atrás de fuxico, nem gosto de lero-lero
As pessoas que se humilham, são as que eu mais considero
Pra quem faz e aconteço, eu lhe chamo cá te espero
Ganho bem e me governo, faço da vida o que eu quero
- Não tenho medo da morte, se um dia ela vier
A natureza me trouxe, me leve quando quiser
Jamais dobro a espinha, pras esses tipo qualquer
Só me entrego pra carinho, quando gosto da mulher
Assim mesmo nem por elas, eu nunca fui governado
Gosto delas porque sei, cumprir meu dever sagrado
Respeito a china que eu gosto, pra também ser respeitado
E a não ser de meu pai, nunca curri de barbado
- Não sou de muita confiança, nem como nada enrolado
Eu preciso dizer isso, porque ando ameaçado
Eu sou redondo e não perco pra qualquer tipo quadrado
É na hora do perigo, que eu rolo pra qualquer lado
Vou dar o meu endereço, onde o Gildo Freitas mora
No bairro da agronomia, o resto eu explico agora
Na parada vinte dois, eu atendo a qualquer hora
Sendo puro pode entrar, se não for fique lá fora
Em tambor de galo puro, mestiço não calça espora...