Letra de De Mala e Cuia pra Campanha - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Do Sul do Mundo
02
Surungo de Rabo Atado
03
Gaiteiro, Galpão e China
04
Ritual Madrugueiro
05
Guitarra, Pampa e Milonga
06
Balanceando as Melena
07
Voluntária
08
Tranco de Baile
09
Beiçudo de Queixo Atado
10
Cantiga de Payador
11
Chasque pra um Piá Novo
12
João Mulato
13
Garrão do Pampa
14
De Mala e Cuia pra Campanha
15
Retratando a Estampa
16
MP3 Gaudério
De Mala e Cuia pra Campanha
Xirú Missioneiro
Vou voltar domar de novo lá na estância da figueira
Pra pialar égua veiaca na porteira da mangueira
Esta tal vida de artista é só aperto e sofrimento
E anda igual chicolatera batendo lata nos tento
É igual vida de lebrão que sempre anda de culo
Comendo de grão em grão e dormindo de pulo em pulo
Quando ganha umas migalha, parece que o dinheiro some
A gravadora milionária e o cantor passando fome
Os meu direito não vem e as conta se atrasa
Muito tocado na rádio e quase tocado de casa
(Vou fazer de tudo um pouco, os afazeres da fazenda
e nos dias de chuva eu tiro folga
e tranço as cordas de encomenda)
Lá fora minha condução é um Pingo de fundamento
E a gaita vai na garupa pra toca em acampamento
Nos bochincho de convite nos rancho beira de estrada
Pra alegrar o chinaredo nas farras de carreirada
Vida de artista é explorada fazem da gente um capacho
E o índioanda mais sovado que mamadeira de guaxo
Fama, cartazes e sucesso não dobrou este vivente
Por isto estou de regresso pra viver em paz novamente
Os meu direito não vem e as conta se atrasa
Muito tocado na rádio e quase tocado de casa
(E este dom que Deus me deu, meu agradecimento é tanto
de cantá e tocá um instrumento e dizer versos de encanto.
Obrigado aos milhares de fãs que valorizam meu canto)
por nelson de campos
Vou voltar domar de novo lá na estância da figueira
Pra pialar égua veiaca na porteira da mangueira
Esta tal vida de artista é só aperto e sofrimento
E anda igual chicolatera batendo lata nos tento
É igual vida de lebrão que sempre anda de culo
Comendo de grão em grão e dormindo de pulo em pulo
Quando ganha umas migalha, parece que o dinheiro some
A gravadora milionária e o cantor passando fome
Os meu direito não vem e as conta se atrasa
Muito tocado na rádio e quase tocado de casa
(Vou fazer de tudo um pouco, os afazeres da fazenda
e nos dias de chuva eu tiro folga
e tranço as cordas de encomenda)
Lá fora minha condução é um Pingo de fundamento
E a gaita vai na garupa pra toca em acampamento
Nos bochincho de convite nos rancho beira de estrada
Pra alegrar o chinaredo nas farras de carreirada
Vida de artista é explorada fazem da gente um capacho
E o índioanda mais sovado que mamadeira de guaxo
Fama, cartazes e sucesso não dobrou este vivente
Por isto estou de regresso pra viver em paz novamente
Os meu direito não vem e as conta se atrasa
Muito tocado na rádio e quase tocado de casa
(E este dom que Deus me deu, meu agradecimento é tanto
de cantá e tocá um instrumento e dizer versos de encanto.
Obrigado aos milhares de fãs que valorizam meu canto)
por nelson de campos