Letra de Capão de Mato - Os Serranos
Disco A
01
Meu Retorno
02
Bailes dos Serranos
03
Pra Escutar Minhas Vaneiras Lá Fora
04
Bugio do Rio Grande
05
Vaneira do Tio Niva
06
Eu Voltei
07
Caminhos Distantes
08
Em Cima do Arreio
09
Jeito de Galpão
10
Batendo Caco - Na Levada do Fole
11
Meu Cavalo, Meu Amigo
12
Rodeio do Peito
13
Capão de Mato
14
Vaneirão da Noite Inteira - Meu Nome é Festa
15
De Bem Com a Vida
Capão de Mato
Capão de mato com lindo tapete grama
Lugar que o angico e o cedro fazem morada
D'onde a mutuca tira o gabo em tempo quente
De onde o vivente sempre encontra boa aguada
Capão de mato traz abrigo contra o tempo
Dos temporais e dos dias de sol a pino
É verde mina de goiaba e de pitanga
Berço da canga que eu fiz para o brasino
É verde mina de goiaba e de pitanga
Berço da canga que eu fiz para o brasino
"Ah! Xote véio."
Capão de mato onde o pinheiro se levanta
E a sua taça oferece ao criador
Num brinde pleno de ternura e de pureza
Ante à grandeza de tão raro esplendor
Capão de mato que me deu cabo de relho
Me deu palanque, porteira, casa e galpão
Deu alegria de fazer por vez primeira
Numa clareira, sapecada de pinhão
Deu alegria de fazer por vez primeira
Numa clareira, sapecada de pinhão
Capão de mato, segurança da peonada
De no inverno, encontrar a proteção
Queimando lenha, grimpa e nó-de-pinho
Devagarinho no velho fogo de chão
Capão de mato onde o molita se esconde
Onde o sabiá canta versos com entono
Eu só espero que jamais haja ganância
De, lá na estância, perturbarem o teu sono
Eu só espero que jamais haja ganância
De lá na estância perturbarem o teu sono
Lugar que o angico e o cedro fazem morada
D'onde a mutuca tira o gabo em tempo quente
De onde o vivente sempre encontra boa aguada
Capão de mato traz abrigo contra o tempo
Dos temporais e dos dias de sol a pino
É verde mina de goiaba e de pitanga
Berço da canga que eu fiz para o brasino
É verde mina de goiaba e de pitanga
Berço da canga que eu fiz para o brasino
"Ah! Xote véio."
Capão de mato onde o pinheiro se levanta
E a sua taça oferece ao criador
Num brinde pleno de ternura e de pureza
Ante à grandeza de tão raro esplendor
Capão de mato que me deu cabo de relho
Me deu palanque, porteira, casa e galpão
Deu alegria de fazer por vez primeira
Numa clareira, sapecada de pinhão
Deu alegria de fazer por vez primeira
Numa clareira, sapecada de pinhão
Capão de mato, segurança da peonada
De no inverno, encontrar a proteção
Queimando lenha, grimpa e nó-de-pinho
Devagarinho no velho fogo de chão
Capão de mato onde o molita se esconde
Onde o sabiá canta versos com entono
Eu só espero que jamais haja ganância
De, lá na estância, perturbarem o teu sono
Eu só espero que jamais haja ganância
De lá na estância perturbarem o teu sono