Letra de Em Cima do Arreio - Os Serranos
Disco A
01
Meu Retorno
02
Bailes dos Serranos
03
Pra Escutar Minhas Vaneiras Lá Fora
04
Bugio do Rio Grande
05
Vaneira do Tio Niva
06
Eu Voltei
07
Caminhos Distantes
08
Em Cima do Arreio
09
Jeito de Galpão
10
Batendo Caco - Na Levada do Fole
11
Meu Cavalo, Meu Amigo
12
Rodeio do Peito
13
Capão de Mato
14
Vaneirão da Noite Inteira - Meu Nome é Festa
15
De Bem Com a Vida
Em Cima do Arreio
No lombo do pingo, um gateado oveiro
Meu flete campeiro vai mascando o freio
Me vou por aí, peleando co'a sorte
Buscando meu norte em cima do arreio
Tropeando os meus sonhos por esses rincões
Benditos fundões de campo e querência
Num tranco monarca, chapéu bem tapeado
Me vou, a lo largo, com calma e paciência
Eu boto sentido em tudo o que vejo
Meus olhos alumbram e encurtam distância
Por guapo e vaqueano, aos poucos, me aprumo
E traço meu rumo no chão das estâncias
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
"Alexandro Morais."
Eu boto sentido em tudo o que vejo
Meus olhos alumbram e encurtam distância
Por guapo e vaqueano, aos poucos, me aprumo
E traço meu rumo no chão das estâncias
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
Meu flete campeiro vai mascando o freio
Me vou por aí, peleando co'a sorte
Buscando meu norte em cima do arreio
Tropeando os meus sonhos por esses rincões
Benditos fundões de campo e querência
Num tranco monarca, chapéu bem tapeado
Me vou, a lo largo, com calma e paciência
Eu boto sentido em tudo o que vejo
Meus olhos alumbram e encurtam distância
Por guapo e vaqueano, aos poucos, me aprumo
E traço meu rumo no chão das estâncias
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
"Alexandro Morais."
Eu boto sentido em tudo o que vejo
Meus olhos alumbram e encurtam distância
Por guapo e vaqueano, aos poucos, me aprumo
E traço meu rumo no chão das estâncias
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
E assim, dou de rédeas, carcando' a espora
Sovando os pelegos, parando rodeio
No lombo do pingo, me vou campo à fora
Por que o gaúcho mora em cima do arreio
Por que o gaúcho mora em cima do arreio