Letra de Talvez Algum Dia - Luiz Marenco
Disco A
01
Perfil de Estrada e Tempo
02
Correndo as Vara do Peito
03
Final de Seca
04
Bailes do Boqueirão
05
Volta de Tropa
06
Alma Pampa
07
Talvez Algum Dia
08
Filosofia de Andejo
09
Rincão dos Touros
10
Depois dos Sonhos Talvez
11
Vaneira da Quitéria
12
Alma de Galpãp
13
Charla de Domador
14
Mágoas de Posteiro
15
Charla de Fronteira
16
Meus Dois Amigos
Talvez Algum Dia
Talvez, talvez algum dia eu possa voltar ao pago querido
Talvez, talvez num domingo
Me chegue ao tranquito do flete lobuno
Ao pago bendito, talvez num domingo
Talvez, talvez imagine o rancho posteiro solito no campo
Tapado de cores, o aroma das flores entrando nas frinchas
E a deusa do templo com tento nas quinchas
Saindo à janela pra ouvir os cantores
Talvez, talvez até o vento me fale do tempo
Pra sempre perdido, talvez as chilenas
Conversem comigo, de sonhos e penas
Talvez, talvez no açude de taipa rombada
As garças serenas sonhando lonjuras
Reflitam figuras nas ondas pequenas
Talvez, talvez algum dia eu possa voltar ao pago querido
Talvez, talvez num domingo
Me chegue ao tranquito do flete lobuno
Ao pago querido, talvez num domingo
Talvez, talvez no arvoredo de marcas antigas
As próprias formigas me contem segredos
Talvez num domingo, talvez num domingo
Eu passe na frente do rancho perdido
Falando somente com o tempo e o pingo
Depois dê de rédeas ao nunca do olvido
Talvez num domingo, talvez num domingo
Talvez, talvez até o vento me fale do tempo
Pra sempre perdido, talvez as chilenas
Conversem comigo, de sonhos e penas
Talvez, talvez no açude de taipa rombada
As garças serenas sonhando lonjuras
Reflitam figuras nas ondas pequenas
Talvez, talvez no arvoredo de marcas antigas
As próprias formigas me contem segredos
Talvez num domingo, talvez num domingo
Eu passe na frente do rancho perdido
Falando somente com o tempo e o pingo
Depois dê de rédeas ao nunca do olvido
Talvez num domingo, talvez num domingo
Talvez, talvez num domingo
Me chegue ao tranquito do flete lobuno
Ao pago bendito, talvez num domingo
Talvez, talvez imagine o rancho posteiro solito no campo
Tapado de cores, o aroma das flores entrando nas frinchas
E a deusa do templo com tento nas quinchas
Saindo à janela pra ouvir os cantores
Talvez, talvez até o vento me fale do tempo
Pra sempre perdido, talvez as chilenas
Conversem comigo, de sonhos e penas
Talvez, talvez no açude de taipa rombada
As garças serenas sonhando lonjuras
Reflitam figuras nas ondas pequenas
Talvez, talvez algum dia eu possa voltar ao pago querido
Talvez, talvez num domingo
Me chegue ao tranquito do flete lobuno
Ao pago querido, talvez num domingo
Talvez, talvez no arvoredo de marcas antigas
As próprias formigas me contem segredos
Talvez num domingo, talvez num domingo
Eu passe na frente do rancho perdido
Falando somente com o tempo e o pingo
Depois dê de rédeas ao nunca do olvido
Talvez num domingo, talvez num domingo
Talvez, talvez até o vento me fale do tempo
Pra sempre perdido, talvez as chilenas
Conversem comigo, de sonhos e penas
Talvez, talvez no açude de taipa rombada
As garças serenas sonhando lonjuras
Reflitam figuras nas ondas pequenas
Talvez, talvez no arvoredo de marcas antigas
As próprias formigas me contem segredos
Talvez num domingo, talvez num domingo
Eu passe na frente do rancho perdido
Falando somente com o tempo e o pingo
Depois dê de rédeas ao nunca do olvido
Talvez num domingo, talvez num domingo