Letra de Busca - Pedro Ortaça
Busca
Nessa busca do segredo
Perfume que vem da flor
Fui poeta,fui cantor
No místico versejar
E desejei te encontrar
Como quem encontra a vida
E como a estrela perdida
Me iluminaste de amor
E com a estrela perdida
Me iluminaste de amor
Eu cresci e alma e jeito
Pra merecer teu sorriso
Do rancho fiz paraíso
E abrigo pra o teu descanso
O bicharal mesmo tranço
"Inté" deixei de tropear
Somente pra te esperar
Em tardes de vento manso
Somente pra te esperar
Em tardes de vento manso
A sentir cheiro de fêmea
As vezes me desconcerto
E penso que estás por perto
Vigiando meus pesadelos
Aqueles que são sinuelos
De carinhos mal domados
Que hoje estão reservados
A prenda dos meus desejos
Que hoje estão reservados
A prenda dos meus desejos
"Cosa" osca o tal amor
Meche com a alma da gente
Faz peteca de um vivente
A vida vira uma pluma
Os sonhos, nuvens de espuma
Com jeito de estância nova
Se um dos dois se retova
O estrago ninguém arruma
Se um dos dois se retova
O estrago ninguém arruma
Errando é que a gente aprende
Pois não vê que eu não sabia
Que amor assim existia
E me pegou bem de jeito
Terminou cá no meu peito
Como semente de flor
Senti então, o sabor
Dessa essência proibida
Bebi tragos de vida
Fiquei borracho de amor
Bebi tragos de vida
Fiquei borracho de amor
Perfume que vem da flor
Fui poeta,fui cantor
No místico versejar
E desejei te encontrar
Como quem encontra a vida
E como a estrela perdida
Me iluminaste de amor
E com a estrela perdida
Me iluminaste de amor
Eu cresci e alma e jeito
Pra merecer teu sorriso
Do rancho fiz paraíso
E abrigo pra o teu descanso
O bicharal mesmo tranço
"Inté" deixei de tropear
Somente pra te esperar
Em tardes de vento manso
Somente pra te esperar
Em tardes de vento manso
A sentir cheiro de fêmea
As vezes me desconcerto
E penso que estás por perto
Vigiando meus pesadelos
Aqueles que são sinuelos
De carinhos mal domados
Que hoje estão reservados
A prenda dos meus desejos
Que hoje estão reservados
A prenda dos meus desejos
"Cosa" osca o tal amor
Meche com a alma da gente
Faz peteca de um vivente
A vida vira uma pluma
Os sonhos, nuvens de espuma
Com jeito de estância nova
Se um dos dois se retova
O estrago ninguém arruma
Se um dos dois se retova
O estrago ninguém arruma
Errando é que a gente aprende
Pois não vê que eu não sabia
Que amor assim existia
E me pegou bem de jeito
Terminou cá no meu peito
Como semente de flor
Senti então, o sabor
Dessa essência proibida
Bebi tragos de vida
Fiquei borracho de amor
Bebi tragos de vida
Fiquei borracho de amor