Letra de Pra Bailá Nas Fandangueira - Paulo Gualberto
Disco A
01
De Marca e Sinal
02
Pra Bailá Nas Fandangueira
03
Escravo Da Saudade
04
Palanqueando A Tradição
05
Milonga Pra Um Ginete
06
Virando Ao Avesso
07
A Coisa Tá Osca
08
Valores Da Vida Rural
09
Sou Dessa Lida
10
Campeiro Com Doutorado
11
Recebendo Uma Visita
12
Pro Bailão Da Tia Maruca
13
Analisando Tropilhas
Pra Bailá Nas Fandangueira
(Paulo Gualberto/Luiz Kaefer Gualberto)
fim de semana chegou e eu tô de ideia tonta
a lotação vem roncando e eu salto de mala pronta
vou tomar um vinho tinto lá do véio malaquia
depois achar uma bailanta pra retoçar co´as guria´
quando saio da fazenda eu abandono as mangueira´
e me vou lá pra cidade pra bailá nas fandangueira´
já comprei uma bota nova, tô de guaiaca recheada
vou campear uma morena pra bailá de cola atada
quando eu caio na folia a noite fica pequena
dando bote mais que cobra numa vaneira campeira
quando saio da fazenda eu abandono as mangueira´
e me vou lá pra cidade pra bailá nas fandangueira´
sempre tem um entrevero num surungo dessa iguala
um maragato, um chimango que se esbarraram na sala
tempo feio que se arma ao grito do chinaredo
e o baile segue formado numa vaneira socada
no estilo da fronteira
com o dia clareando, já sonolento o gaiteiro
acomodando o entrevero se apresenta o sapucai
só pra avisar que ainda sai no outro fim de semana
peleia, bailanta e canha lá na costa do uruguai
quando saio da fazenda eu abandono as mangueira´
e me vou lá pra cidade pra bailá nas fandangueira´
fim de semana chegou e eu tô de ideia tonta
a lotação vem roncando e eu salto de mala pronta
vou tomar um vinho tinto lá do véio malaquia
depois achar uma bailanta pra retoçar co´as guria´
quando saio da fazenda eu abandono as mangueira´
e me vou lá pra cidade pra bailá nas fandangueira´
já comprei uma bota nova, tô de guaiaca recheada
vou campear uma morena pra bailá de cola atada
quando eu caio na folia a noite fica pequena
dando bote mais que cobra numa vaneira campeira
quando saio da fazenda eu abandono as mangueira´
e me vou lá pra cidade pra bailá nas fandangueira´
sempre tem um entrevero num surungo dessa iguala
um maragato, um chimango que se esbarraram na sala
tempo feio que se arma ao grito do chinaredo
e o baile segue formado numa vaneira socada
no estilo da fronteira
com o dia clareando, já sonolento o gaiteiro
acomodando o entrevero se apresenta o sapucai
só pra avisar que ainda sai no outro fim de semana
peleia, bailanta e canha lá na costa do uruguai
quando saio da fazenda eu abandono as mangueira´
e me vou lá pra cidade pra bailá nas fandangueira´