Letra de Laçador - Joca Martins
Disco A
01
Por Causa das Pilcha
02
Se houver cavalo crioulo
03
Laçador
04
O Ramão em Minha Infância - Part. Especial Chico Bastos
05
A Delicada - Part. Especial Juliana Spanevello
06
Barulho de Campo
07
Estância Vendramim
08
Domingueiro - Part. Especial Luiz Marenco
09
Liga Esse Rádio
10
Luzeiros da Alma - Part. Especial Quarteto Coração de Potro
11
Estampa
12
Recuerdos da 28
13
Qualquer Uma
14
Eu Sou Bagual
15
Veterano
16
Bem Arreglado
Laçador
Declamado:
Quem me vê dentro da pista já sabe a cor da bandeira,
Pois depois que peço porta eu nunca faço porqueira.
Levanto a armada de oito que é o meu mapa do rio grande
E meto o sovéu nas aspa em qualquer lugar que eu ande!
Nas campereadas que fui...no alegrete ou livramento
Gastei o braço em disputa lustrando em guampa o 6 tento.
Foi lá na Santa Maria... Que eu me vi quase loco,
E botei um corta rastro num zebu que era só uns toco!
No rodeio de Osório depois de trinta cerradas,
Carquei de volta perdida numa baita pataquada.
Mas foi lá em Gravataí que eu fui parar no jornal,
Quando ofereci uma armada pras linda da capital...
Refrão:
Se largo num sobre-lombo o laço sabe o parador,
Que sou o campo a cavalo...por vocação, laçador.
No Marau e em Passo Fundo botando a corda em charola,
E na lagoa vermelha só ouvindo o tilim da argola.
Na gaúcha soledade que eu ganhei um laço pago
Pra lá no Marciano Brum bailar e tomar uns trago.
O azar anda me costeando igual varejera em touro...
E tô sempre beliscando o troféu braço de ouro.
Quando não salta uma armada, igual foi na vacaria,
A argola vira ou emperna e estraga a fotografia!...
Refrão
Declamado:
Ainda compro um marcado e vou lá no crioulaço
Depois medir noutro estado, Brasil afora meu braço....
Por Lages e Araranguá...nas duplas lá no praianos,
Laço equipe em rio Negrinho...e no fecastchê noutro ano!
Quem me vê dentro da pista já sabe a cor da bandeira,
Pois depois que peço porta eu nunca faço porqueira.
Levanto a armada de oito que é o meu mapa do rio grande
E meto o sovéu nas aspa em qualquer lugar que eu ande!
Nas campereadas que fui...no alegrete ou livramento
Gastei o braço em disputa lustrando em guampa o 6 tento.
Foi lá na Santa Maria... Que eu me vi quase loco,
E botei um corta rastro num zebu que era só uns toco!
No rodeio de Osório depois de trinta cerradas,
Carquei de volta perdida numa baita pataquada.
Mas foi lá em Gravataí que eu fui parar no jornal,
Quando ofereci uma armada pras linda da capital...
Refrão:
Se largo num sobre-lombo o laço sabe o parador,
Que sou o campo a cavalo...por vocação, laçador.
No Marau e em Passo Fundo botando a corda em charola,
E na lagoa vermelha só ouvindo o tilim da argola.
Na gaúcha soledade que eu ganhei um laço pago
Pra lá no Marciano Brum bailar e tomar uns trago.
O azar anda me costeando igual varejera em touro...
E tô sempre beliscando o troféu braço de ouro.
Quando não salta uma armada, igual foi na vacaria,
A argola vira ou emperna e estraga a fotografia!...
Refrão
Declamado:
Ainda compro um marcado e vou lá no crioulaço
Depois medir noutro estado, Brasil afora meu braço....
Por Lages e Araranguá...nas duplas lá no praianos,
Laço equipe em rio Negrinho...e no fecastchê noutro ano!