Letra de O Sal dos Olhos - Luiz Marenco
Disco A
01
Apresentação
02
Pra o Meu Consumo
03
Meu Rancho
04
De Volta de Uma Tropeada
05
Pra Contrariar a Quietude
06
O Sal dos Olhos
07
Meu Pingo
08
De Estância, Alma e Tempo
09
Estrela da Estrada Inteira
10
Querência, Uma Releitura
11
Décima da Estância 1
12
Estrada Real
13
Ave Maria da Guitarra
14
Flor Colorada
15
Gateado Pêlo de Sol
O Sal dos Olhos
Andei passeando no teu sorriso
E me esqueci de voltar
Perdi o rumo na estrada
Por me guiar nesse olhar
Quem sabe um dia eu veja
O que o olhar não entende
E descubra do meu jeito
Porque teu riso me prende
Meus olhos, claras vertentes
Das coisas que a alma reflete
Basta um silêncio de noites
Que a saudade se repete
E faz brotar lentamente
Tristezas que a gente tem
Mesmo guardadas por dentro
Se mosram qundo convém
Às vezes o sal dos olhos
se a saudade não é pouca
Nos mostra um gosto amargo
Salgando o doce da boca
Às vezes o sal dos olhos
É uma lágrima sentida
Que nos desce pela face
Por uma fresta da vida
Não sei porque esse jeito
Essa lágrima no rosto
Se por um sorriso, apenas
A boca adoça seu gosto
E tudo muda a seu tempo
Desfaz-se o que era triste
Silêncio, depois palavras
E uma alegria que insiste
Mesmo sem saber os rumos
Que os olhos hão de me dar
Quero teu riso de perto
Pra aprender a voltar
E depois saber da vida
Porque os meus olhos têm
Essa lágrima sentida
Pela saudade de alguém
E me esqueci de voltar
Perdi o rumo na estrada
Por me guiar nesse olhar
Quem sabe um dia eu veja
O que o olhar não entende
E descubra do meu jeito
Porque teu riso me prende
Meus olhos, claras vertentes
Das coisas que a alma reflete
Basta um silêncio de noites
Que a saudade se repete
E faz brotar lentamente
Tristezas que a gente tem
Mesmo guardadas por dentro
Se mosram qundo convém
Às vezes o sal dos olhos
se a saudade não é pouca
Nos mostra um gosto amargo
Salgando o doce da boca
Às vezes o sal dos olhos
É uma lágrima sentida
Que nos desce pela face
Por uma fresta da vida
Não sei porque esse jeito
Essa lágrima no rosto
Se por um sorriso, apenas
A boca adoça seu gosto
E tudo muda a seu tempo
Desfaz-se o que era triste
Silêncio, depois palavras
E uma alegria que insiste
Mesmo sem saber os rumos
Que os olhos hão de me dar
Quero teu riso de perto
Pra aprender a voltar
E depois saber da vida
Porque os meus olhos têm
Essa lágrima sentida
Pela saudade de alguém