Letra de Terra Abençoada - Crioulo Batista
Disco A
01
Tocador de Vaneira
02
Matando no Cansaço
03
Sopro e Cordas
04
Campereada de Gaiteiro
05
Meu Martírio
06
Terra Abençoada
07
Morena Faceira
08
Amor de Primavera
09
Gaita Companheira
10
Ao Payador do Brasil
11
Gaitinha Fandangueira
12
Saudade de Guarapuava
13
Não me Entrego ao Mulheredo
14
Paraná dos Meus Encantos
15
Ninguém Pega na Minha
Terra Abençoada
Minha terra abençoada, eu venho cantar pra ti
Nessa modesta cantiga que saudoso eu escrevi
Relembrando o meu passado e o lugar onde nasci
Dedico o momento meu berço de nascimento
Que a venerar aprendi
Recordo a lindas de campos
Dos apartes e tropiadas
Das marcações de rodeios
Das lombas gineteadas
Das caçadas que eu fazia
Nas noites enluaradas
Empreitado na cidade
Hoje só resta saudade
Verso, lembrança e mais nada
[x2]
Depois de muitas andanças
Curtido de pó de estrada
Voltei reverte querencia
Minha terra abençoada
Minha terra abençoada
Das tarde de domingueira
Dos ranchos deixa o patife
Dos comércios de carreira
Da china linda e do trago
E das festanças galponeiras
Hoje ao lembra fico triste
Meu coração não resite
Essa saudade mateia
Meu livro aberto abençoado
Digo com sinceridade
De te rever novamente
A tempos tenho vontade
É grande meu sofrimento
Quando a solidão me invade
Afogo as magoas no trago
Pois viver longe do pago
É duro barbaridade
[x2]
Depois de muitas andanças
Curtido de pó de estrada
Voltei reverte querencia
Minha terra abençoada
Quantas fortunas eu tive
Muitas vezes sem ter nada
Fiz o pingo do meu verso
E do peito invernada
Pra revoltar essa vida
Fiz do destino a estrada
Andei por onde ande
Não esqueço meu Rio Grande
Minha terra abençoada
[x2]
Depois de muitas andanças
Curtido de pó de estrada
Voltei reverte querencia
Minha terra abençoada
Nessa modesta cantiga que saudoso eu escrevi
Relembrando o meu passado e o lugar onde nasci
Dedico o momento meu berço de nascimento
Que a venerar aprendi
Recordo a lindas de campos
Dos apartes e tropiadas
Das marcações de rodeios
Das lombas gineteadas
Das caçadas que eu fazia
Nas noites enluaradas
Empreitado na cidade
Hoje só resta saudade
Verso, lembrança e mais nada
[x2]
Depois de muitas andanças
Curtido de pó de estrada
Voltei reverte querencia
Minha terra abençoada
Minha terra abençoada
Das tarde de domingueira
Dos ranchos deixa o patife
Dos comércios de carreira
Da china linda e do trago
E das festanças galponeiras
Hoje ao lembra fico triste
Meu coração não resite
Essa saudade mateia
Meu livro aberto abençoado
Digo com sinceridade
De te rever novamente
A tempos tenho vontade
É grande meu sofrimento
Quando a solidão me invade
Afogo as magoas no trago
Pois viver longe do pago
É duro barbaridade
[x2]
Depois de muitas andanças
Curtido de pó de estrada
Voltei reverte querencia
Minha terra abençoada
Quantas fortunas eu tive
Muitas vezes sem ter nada
Fiz o pingo do meu verso
E do peito invernada
Pra revoltar essa vida
Fiz do destino a estrada
Andei por onde ande
Não esqueço meu Rio Grande
Minha terra abençoada
[x2]
Depois de muitas andanças
Curtido de pó de estrada
Voltei reverte querencia
Minha terra abençoada