Letra de Lombeira - Os Mateadores
Disco A
01
Baile das Negra Touro
02
Milonga Morena
03
Baile da Ramada
04
Rondando o Sul
05
De Adaga e Cabo de Reio
06
Perdido Num Baile de Fronteira
07
Briga de Bugia
08
Lombeira
09
No Tronco de Gervásio
10
Meu Vale Quatro
11
Sogaços
12
Carreteiro de Ilusão
13
De Rosto Colado
14
Bolicheiro de Vila
15
Chinoca Menina Flor
16
No Rincão do Calça Botas
17
Preservando os Documentos
18
Velho Táta
Lombeira
Quando estendo os pelegos
Querendo dar um cochilo
Pensando em sestear tranqüilo
Só pra aliviar a ressaca
Parece que o bicharedo
Tem gosto em fazer alarde
Até um terneiro do tarde
Se extravia da vaca
Um pica-pau entonado
Chega a remanchar o bico
Contra o palanque de angico
Junto à cancela da frente
Uma gansa impertinente
Se esgoela chamando o macho
E nunca falta um leitão guacho
Pra fuçar nos pés da gente
(Nessas tardes de verão
Em plena segunda-feira
Não tem proposta que sirva
Pra curar essa lombeira)
Um marimbondo traz barro
Para o seu rancho comprido
E se atraca num zunido
Que é o seu canto de trabalho
A garnizé alarmenta
Faz propaganda do ovo
E um lote de cusco novo
Faniça embaixo do assoalho
A porta da estrebaria
Parece que se espreguiça
Ao ranger das dobradiças
Num vai e vem insistente
E no esteio a mamangaba
Quase derrete a verruma
E a varejeira se apruma
No ouvido do penitente
(Nessas tardes de verão
Em plena segunda-feira
Não tem proposta que sirva
Pra curar essa lombeira)
Querendo dar um cochilo
Pensando em sestear tranqüilo
Só pra aliviar a ressaca
Parece que o bicharedo
Tem gosto em fazer alarde
Até um terneiro do tarde
Se extravia da vaca
Um pica-pau entonado
Chega a remanchar o bico
Contra o palanque de angico
Junto à cancela da frente
Uma gansa impertinente
Se esgoela chamando o macho
E nunca falta um leitão guacho
Pra fuçar nos pés da gente
(Nessas tardes de verão
Em plena segunda-feira
Não tem proposta que sirva
Pra curar essa lombeira)
Um marimbondo traz barro
Para o seu rancho comprido
E se atraca num zunido
Que é o seu canto de trabalho
A garnizé alarmenta
Faz propaganda do ovo
E um lote de cusco novo
Faniça embaixo do assoalho
A porta da estrebaria
Parece que se espreguiça
Ao ranger das dobradiças
Num vai e vem insistente
E no esteio a mamangaba
Quase derrete a verruma
E a varejeira se apruma
No ouvido do penitente
(Nessas tardes de verão
Em plena segunda-feira
Não tem proposta que sirva
Pra curar essa lombeira)