Letra de Baile da Ramada - Os Mateadores
Disco A
01
Baile das Negra Touro
02
Milonga Morena
03
Baile da Ramada
04
Rondando o Sul
05
De Adaga e Cabo de Reio
06
Perdido Num Baile de Fronteira
07
Briga de Bugia
08
Lombeira
09
No Tronco de Gervásio
10
Meu Vale Quatro
11
Sogaços
12
Carreteiro de Ilusão
13
De Rosto Colado
14
Bolicheiro de Vila
15
Chinoca Menina Flor
16
No Rincão do Calça Botas
17
Preservando os Documentos
18
Velho Táta
Baile da Ramada
Quatro esteios para as "toscas" mata olhos
De chão batido que nem eira pra feijão
São imagens criativas dos campeiros
Que deram origem ao nosso carramanchão
O marcolino pucha o zaino frente aberta
Atira as garras e se bandeia pro outro lado
De rancho em rancho convidando a gauchada
Para o fandando com gaiteiro afamado
Pena que o tempo galopeia sem parar
E lá adiante pode ser o fim da estrada
Talvez não tenha um baile desses campeiros
De chão batido de baixo de uma ramada
A lua cheia vem chegando sem convite
E as estrelas se apresentam temporonas
O joão quati da uma "sova" na pandeiro
E a rapaziada vai se enchendo as queredonas
Uma vaneira penetra fundo na alma
E a gauchada se enleia de paixão
O mestre sala anuncia o fim do baile
Se vai a noite com ela uma ilusão
Pena que o tempo galopeia sem parar
E lá adiante pode ser o fim da estrada
Talvez não tenha um baile desses campeiros
De chão batido de baixo de uma ramada
Pena que o tempo galopeia sem parar
E lá adiante pode ser o fim da estrada
Talvez não tenha um baile desses campeiros
De chão batido de baixo de uma ramada
De chão batido que nem eira pra feijão
São imagens criativas dos campeiros
Que deram origem ao nosso carramanchão
O marcolino pucha o zaino frente aberta
Atira as garras e se bandeia pro outro lado
De rancho em rancho convidando a gauchada
Para o fandando com gaiteiro afamado
Pena que o tempo galopeia sem parar
E lá adiante pode ser o fim da estrada
Talvez não tenha um baile desses campeiros
De chão batido de baixo de uma ramada
A lua cheia vem chegando sem convite
E as estrelas se apresentam temporonas
O joão quati da uma "sova" na pandeiro
E a rapaziada vai se enchendo as queredonas
Uma vaneira penetra fundo na alma
E a gauchada se enleia de paixão
O mestre sala anuncia o fim do baile
Se vai a noite com ela uma ilusão
Pena que o tempo galopeia sem parar
E lá adiante pode ser o fim da estrada
Talvez não tenha um baile desses campeiros
De chão batido de baixo de uma ramada
Pena que o tempo galopeia sem parar
E lá adiante pode ser o fim da estrada
Talvez não tenha um baile desses campeiros
De chão batido de baixo de uma ramada