Letra de No Posto do Passo - Ita Cunha

No Posto do Passo

Letra: Anomar Danúbio Vieira

Madrugadita de agosto
Eu e uma tropa de loco
Lá no Posto do Passo
Enredando o rastro, galopeando garoa

Os xucros e os mansos
Os paysanos de contrabando
De fronteira e picada
Donde é braba a pegada com a melícia rondando

Toca o cavalo, copla de mi flor, apura o passo
Leva por diante esse destino ressabiado
Toca o cavalo, copla de mi flor, apura o passo
Leva por diante esse destino ressabiado

Numa mirada de estância
Num estadão de querência
Eu tiro as balda' do verso
Numa milonga que pensa

É lá que ando, por conta
De alma lavada na sanga
Não levo ninguém pra compadre
Nem ando chorando as pitanga'

Toca o cavalo, copla de mi flor, apura o passo
Leva por diante esse destino ressabiado
Toca o cavalo, copla de mi flor, apura o passo
Leva por diante esse destino ressabiado

Numa mirada de estância
Num estadão de querência
Eu tiro as balda' do verso
Numa milonga que pensa

É lá que ando, por conta
De alma lavada na sanga
Não levo ninguém pra compadre
Nem ando chorando as pitanga'

Toca o cavalo, copla de mi flor, apura o passo
Leva por diante esse destino ressabiado
Toca o cavalo, copla de mi flor, apura o passo
Leva por diante esse destino ressabiado, ressabiado
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