Letra de Que a Tropa "Véia" Criou - Grupo Rodeio
Disco A
01
Vanera Antiga
02
Voltei Pro Sul
03
De Guerras e Dores
04
Se "Bamo" de Trem
05
Boleadeira
06
Gola Manchada
07
Tal Sistema
08
Em Mim
09
Não Leve a Mal - Part. Paulinho Mocelin
10
Santo Chão Fandangueiro
11
Entre o Campo e a Faculdade
12
"Das Veiz"
13
Que a Tropa "Véia" Criou
14
Chamamé do Adeus
Que a Tropa "Véia" Criou
Me adesculpe', parceiro, porque, n'algum entreveiro
Às vez', não faço presente
É que, pra bem da verdade, os cantador' da cidade
Não escutam o verso da gente
Tenho cantado pra o povo, por isso, canto de novo
Meu cantar do coração
Talvez, nem seja afinado, mas eu canto abagualado
Dos falquejado' em galpão
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou
Quem sabe, ao valsear dos dias, meu verso vai de aporfia
Tenteando contra o mal feito
Pois tudo o que tenho dito, cantado, rimado e escrito
Eu canto o amor e o respeito
Sabe da qual a vontade do piazedo da cidade
Andar galopeando um potro
Sem dar rédeas à influência, sem desrespeito à querência
Nem papagaio dos outros
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou
Às vez', não faço presente
É que, pra bem da verdade, os cantador' da cidade
Não escutam o verso da gente
Tenho cantado pra o povo, por isso, canto de novo
Meu cantar do coração
Talvez, nem seja afinado, mas eu canto abagualado
Dos falquejado' em galpão
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou
Quem sabe, ao valsear dos dias, meu verso vai de aporfia
Tenteando contra o mal feito
Pois tudo o que tenho dito, cantado, rimado e escrito
Eu canto o amor e o respeito
Sabe da qual a vontade do piazedo da cidade
Andar galopeando um potro
Sem dar rédeas à influência, sem desrespeito à querência
Nem papagaio dos outros
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou
Canto meu povo, não sou a história
Mas sua glória, meu verso exaltou
Eu não me ajoujo na canga dos outros
Meu canto é o falquear do potro que a tropa véia' criou