Letra de De Guerras e Dores - Grupo Rodeio
Disco A
01
Vanera Antiga
02
Voltei Pro Sul
03
De Guerras e Dores
04
Se "Bamo" de Trem
05
Boleadeira
06
Gola Manchada
07
Tal Sistema
08
Em Mim
09
Não Leve a Mal - Part. Paulinho Mocelin
10
Santo Chão Fandangueiro
11
Entre o Campo e a Faculdade
12
"Das Veiz"
13
Que a Tropa "Véia" Criou
14
Chamamé do Adeus
De Guerras e Dores
"-Mesmo a guerra tem vergonha da atitude humana."
Vi cavalhada trocando orelha, e vi baguais sangrando o chão
Eu vi momentos de dor e incerteza e a rudeza de adagas na mão
Vi coronéis gamando matança, eu vi criança chorando sem pão
Chinas clamando piedade pra o campo, almas teatinas sem ter compaixão
Eu sou a guerra buscando piedade
Eu sou a guerra buscando perdão
Todos me culpam da infelicidade
De homens lutarem de adaga na mão
Então, esqueçam que fui, na verdade
Cego motivo de quem pode mais
Eu quero ser o exemplo vivido
De um mundo sofrido em busca da paz
Campos de guerra não nascem flor
Brotam macegas queimadas de dor
Fui ventania, homem e liberdade
Milhões de anos, vaguei por aí
Cavalgar cidade, coxilhas
Sem ver as tristezas d'um mundo que vi
Vi coronéis gamando matança
Eu vi criança chorando sem pão
Chinas clamando piedade pra o campo
Almas teatinas sem ter compaixão
Eu sou a guerra buscando piedade
Eu sou a guerra buscando perdão
Todos me culpam da infelicidade
De homens lutarem de adaga na mão
Então, esqueçam que fui, na verdade
Cego motivo de quem pode mais
Eu quero ser o exemplo vivido
De um mundo sofrido em busca da paz
Campos de guerra não nascem flor
Brotam macegas queimadas de dor
Campos de guerra não nascem flor
Brotam macegas queimadas de dor
Brotam macegas queimadas de dor
Vi cavalhada trocando orelha, e vi baguais sangrando o chão
Eu vi momentos de dor e incerteza e a rudeza de adagas na mão
Vi coronéis gamando matança, eu vi criança chorando sem pão
Chinas clamando piedade pra o campo, almas teatinas sem ter compaixão
Eu sou a guerra buscando piedade
Eu sou a guerra buscando perdão
Todos me culpam da infelicidade
De homens lutarem de adaga na mão
Então, esqueçam que fui, na verdade
Cego motivo de quem pode mais
Eu quero ser o exemplo vivido
De um mundo sofrido em busca da paz
Campos de guerra não nascem flor
Brotam macegas queimadas de dor
Fui ventania, homem e liberdade
Milhões de anos, vaguei por aí
Cavalgar cidade, coxilhas
Sem ver as tristezas d'um mundo que vi
Vi coronéis gamando matança
Eu vi criança chorando sem pão
Chinas clamando piedade pra o campo
Almas teatinas sem ter compaixão
Eu sou a guerra buscando piedade
Eu sou a guerra buscando perdão
Todos me culpam da infelicidade
De homens lutarem de adaga na mão
Então, esqueçam que fui, na verdade
Cego motivo de quem pode mais
Eu quero ser o exemplo vivido
De um mundo sofrido em busca da paz
Campos de guerra não nascem flor
Brotam macegas queimadas de dor
Campos de guerra não nascem flor
Brotam macegas queimadas de dor
Brotam macegas queimadas de dor