Letra de Sem Bronca - Os Mirins
Disco A
01
Vanerinha da Felicidade
02
O Adeus
03
Acontece a Um Domador
04
Pedregulho
05
Titãs da Porfia
06
Retratando a Vaneira
07
Rancheira Velha
08
Dois Irmãos
09
Pra Te Encontrar
10
Rosa Trigueira
11
Clareando o Dia
12
Da Moda Véia
13
Gaiteiros Gaúchos
14
O Trem da Saudade
15
Gaita Pachola
16
Vivência Tapera
17
Sem Bronca
18
Fraco Pra Bebida
19
A Gaita do Tio Érico
Sem Bronca
A noite se finda, me acordo escutando
O vento guasqueando nas tábuas do rancho
O dia me encontra de zoio pequeno
E num mate bueno a preguiça eu desmancho
Com sol ou geada, com chuva ou garoa
Qualquer tempo à toa que vem lá de cima
Quando o galo canta, eu pulo da cama
Se a lida me chama, não importa o clima
A vida não para porque o tempo muda
E o céu ajuda quem firme se aguenta
Quem não é patrão trabalha sem bronca
Pois lá a pança ronca com sol ou tormenta
Que venha o destino que a vida me deu
Porque não nasceu quem viva de brisa
O peão só desenha um tempo melhor
Deixando suor no chão onde pisa
No mundo campeiro, um dia após outro,
A sina do potro é ser cabestreado
O peão também nasce com a mesma sina
Pra nessa rotina viver embretado
Quem sabe da lida conhece o caminho
Não baixa o focinho se o tempo tá feio
Pros tombos da vida não frouxa um tento
De choro e lamento refuga o arreio
O vento guasqueando nas tábuas do rancho
O dia me encontra de zoio pequeno
E num mate bueno a preguiça eu desmancho
Com sol ou geada, com chuva ou garoa
Qualquer tempo à toa que vem lá de cima
Quando o galo canta, eu pulo da cama
Se a lida me chama, não importa o clima
A vida não para porque o tempo muda
E o céu ajuda quem firme se aguenta
Quem não é patrão trabalha sem bronca
Pois lá a pança ronca com sol ou tormenta
Que venha o destino que a vida me deu
Porque não nasceu quem viva de brisa
O peão só desenha um tempo melhor
Deixando suor no chão onde pisa
No mundo campeiro, um dia após outro,
A sina do potro é ser cabestreado
O peão também nasce com a mesma sina
Pra nessa rotina viver embretado
Quem sabe da lida conhece o caminho
Não baixa o focinho se o tempo tá feio
Pros tombos da vida não frouxa um tento
De choro e lamento refuga o arreio