Letra de Vivência Tapera - Os Mirins
Disco A
01
Vanerinha da Felicidade
02
O Adeus
03
Acontece a Um Domador
04
Pedregulho
05
Titãs da Porfia
06
Retratando a Vaneira
07
Rancheira Velha
08
Dois Irmãos
09
Pra Te Encontrar
10
Rosa Trigueira
11
Clareando o Dia
12
Da Moda Véia
13
Gaiteiros Gaúchos
14
O Trem da Saudade
15
Gaita Pachola
16
Vivência Tapera
17
Sem Bronca
18
Fraco Pra Bebida
19
A Gaita do Tio Érico
Vivência Tapera
Quando desato a lembrança
Meu pensamento desanda
Abancado na varanda
Sorvendo a minha saudade
Me pego fazendo planos
Até que o dia me alcança
A campear uma esperança
Nessa vida por metade
A quietude logo finda
Pois já chega o sol rondando
E a noite se espreguiçando
Que ressona junto às brasas
O canto madrugador
Do galo chamando o dia
Me lembra que alegria
Há tempo bateu as asas
Vem cevar meu chimarrão
E aquecer minha vida
Que sem graça e diminuída,
Desde que fiquei sozinho
Vem trazer o teu sorriso
Pra iluminar o meu pago
E adoçar esse amargo
Da falta do teu carinho
O peito vazio da ausência
Abriga um frio de geada
Os olhos presos na estrada
No vício de uma espera
A solidão que me abraça
Testemunhando esse fato
É moldura pra um retrato
Dessa vivência tapera
A saudade que machuca
Já não é mais estranha
Fielmente me acompanha
Não me deixa e nem me esquece
Pouco me importa o clarão
Que o novo dia ameaça
Pois a noite sempre passa
E a saudade permanece
Meu pensamento desanda
Abancado na varanda
Sorvendo a minha saudade
Me pego fazendo planos
Até que o dia me alcança
A campear uma esperança
Nessa vida por metade
A quietude logo finda
Pois já chega o sol rondando
E a noite se espreguiçando
Que ressona junto às brasas
O canto madrugador
Do galo chamando o dia
Me lembra que alegria
Há tempo bateu as asas
Vem cevar meu chimarrão
E aquecer minha vida
Que sem graça e diminuída,
Desde que fiquei sozinho
Vem trazer o teu sorriso
Pra iluminar o meu pago
E adoçar esse amargo
Da falta do teu carinho
O peito vazio da ausência
Abriga um frio de geada
Os olhos presos na estrada
No vício de uma espera
A solidão que me abraça
Testemunhando esse fato
É moldura pra um retrato
Dessa vivência tapera
A saudade que machuca
Já não é mais estranha
Fielmente me acompanha
Não me deixa e nem me esquece
Pouco me importa o clarão
Que o novo dia ameaça
Pois a noite sempre passa
E a saudade permanece