Letra de Tirando o Meu Chapéu pra Deus - Os Monarcas
Disco A
01
O Gaúcho e o Cavalo
02
Cheiro de Galpão / Vanera Grossa
03
Sonhando na Vaneira
04
O Vento
05
Tirando o Meu Chapéu pra Deus
06
Aquerenciado
07
Bateu Saudade / Chorar Por Amor Nunca Mais
08
Erechim: História e Canto
09
Rancheirinha Puladinha
10
Vai Que Vai
11
Brasil de Bombacha
12
Não Encosta a Barriguinha
13
Gineteando o Temporal
14
A Gaita Gaúcha dos Monarcas
Tirando o Meu Chapéu pra Deus
Nasci campeiro, galopeando a alma xucra
Razão gaúcha flecoteada pelo campo
Quando se fala em quatro patas de cavalo
Com voz de galo vem timbrando os pirilampos
Em cada rédea, cada cisma em cada aurora
Um par de esporas, é a geografia das paletas
Que traz no peito toda a história do Rio Grande
Sabem que o sangue vem garupando as rosetas
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
Trago a xucreza no galpão e da peonada
Enfumaçada de causos e tironaços
Sorvendo amargo, topete verde da essência
E na querência faz rodar em cana de braço
Em cada casco, cada crina e cada pealo
Tem um regalo que identifica o gaúcho
Em marca viva, orgulhando e antanhos
Doma o rebanho sem nunca queimar cartucho
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
Razão gaúcha flecoteada pelo campo
Quando se fala em quatro patas de cavalo
Com voz de galo vem timbrando os pirilampos
Em cada rédea, cada cisma em cada aurora
Um par de esporas, é a geografia das paletas
Que traz no peito toda a história do Rio Grande
Sabem que o sangue vem garupando as rosetas
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus
Trago a xucreza no galpão e da peonada
Enfumaçada de causos e tironaços
Sorvendo amargo, topete verde da essência
E na querência faz rodar em cana de braço
Em cada casco, cada crina e cada pealo
Tem um regalo que identifica o gaúcho
Em marca viva, orgulhando e antanhos
Doma o rebanho sem nunca queimar cartucho
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Pelo Brasil de sul a norte
Lá vou eu
E lá vou eu (e lá vou eu)
E lá vou eu (e lá vou eu)
Tirando o meu chapéu pra Deus