Letra de Quarteada Pela Vida - Clóvis Mendes
Disco A
01
Timbre de Galo
02
Flor Costeira
03
Pra Minha Flor
04
Do Rio Grande a Sorocaba
05
Merceditas
06
Lembranças
07
As Coisas do Meu Rincão
08
Meu Universo
09
Rancores
10
Recuerdo de Ypacaraí
11
Passa a Cuia
12
Coração Vazio
13
Viva a Bombacha
14
Clave de Lua
15
Sacudindo a Poeira
16
Quarteada Pela Vida
Quarteada Pela Vida
Nas madrugadas que orvalham olhos
Vertendo atalhos para o seu viver
E quando aflora o dia e pede espora
É o campo afora convocando o ser
Na luta densa pra ganhar a vida
Fazendo filas sofrimentos vão
(Mas sem rodeios imploram guarida
Pelas batias de algum coração) 2x
A sega eterna que peala a esperança
Faz ronda mansa na sombra do oitão
(E vai tramando nós pela garganta
Que só desatam pela doação) 2x
(Um transplantado que hoje fala forte
Leva um legado golpeando no peito
Soltando gritos repontando a morte
No dia certo que alguém fez silencio) 2x
Os tentos finos de uma lonca crua
Dão redeas fortes quando bem unidos
Tal qual a fibra da vontade tua
Guiando sonhos de algum ser sofrido
É um gesto nobre de estirar distancias
Soltando as ânsias antes em rodilhas
(Que apeia a morte de tantas garupas
Graças a ajudas de sábias famílias) 2x
A sega eterna que peala a esperança
Faz ronda mansa na sombra do oitão
E vai tramando nós pela garganta
Que só desatam pela doação) 2x
(Um transplantado que hoje fala forte
Leva um legado golpeando no peito
Soltando gritos repontando a morte
No dia certo que alguém fez silencio) 2x
Vertendo atalhos para o seu viver
E quando aflora o dia e pede espora
É o campo afora convocando o ser
Na luta densa pra ganhar a vida
Fazendo filas sofrimentos vão
(Mas sem rodeios imploram guarida
Pelas batias de algum coração) 2x
A sega eterna que peala a esperança
Faz ronda mansa na sombra do oitão
(E vai tramando nós pela garganta
Que só desatam pela doação) 2x
(Um transplantado que hoje fala forte
Leva um legado golpeando no peito
Soltando gritos repontando a morte
No dia certo que alguém fez silencio) 2x
Os tentos finos de uma lonca crua
Dão redeas fortes quando bem unidos
Tal qual a fibra da vontade tua
Guiando sonhos de algum ser sofrido
É um gesto nobre de estirar distancias
Soltando as ânsias antes em rodilhas
(Que apeia a morte de tantas garupas
Graças a ajudas de sábias famílias) 2x
A sega eterna que peala a esperança
Faz ronda mansa na sombra do oitão
E vai tramando nós pela garganta
Que só desatam pela doação) 2x
(Um transplantado que hoje fala forte
Leva um legado golpeando no peito
Soltando gritos repontando a morte
No dia certo que alguém fez silencio) 2x