Letra de Bugre do Mato - Paulo Garcia
Disco A
01
Nem Pisoteando Não Morre
02
Eu Boto Fé
03
Bugre do Mato
04
Pra Quem Enxerga Minha Alma
05
Pra Quem Nasceu Fandangueiro
06
Castração a Pealo
07
Mateando ao Pé do Fogo
08
Pode Fechar a Botoneira
09
Milonga Debochada
10
Campeiro do Rio Grande
11
Luz dos Meus Olhos
12
Morena Linda
13
Saudade Lá De Fora
14
Taureando Com a Lida Bruta
15
Conjunto da Minha Terra
16
Cabanha Santa Fé
17
Luiz e Stefani
Bugre do Mato
Paulo da silva garcia
quando a tarde vai-se embora
e aumenta mais a saudade
olhando pela janela
a imensidão da cidade
o destino por maleva
na cidade me embretou
Às vezes fico pensando
a mim mesmo perguntando
se ainda sei quem eu sou
eu sou um bugre do mato
que o destino deu um pialo
sou capataz de fazenda
sem arreio e sem cavalo
eu sou o rio grande antigo
caminhando pela rua
fazendo rondas gaúchas
em cada quarto de lua
eu sou um quero-quero triste
que campeia onde pousar
eu sou a vertente d´água
que não parou de pulsar
eu sou o próprio ginete
gineteando campo à fora
sou a roseta ensanguentada
sou madrugadas de geada
sou saudade lá de fora
eu sou um bugre do mato
que o destino deu um pialo
sou capataz de fazenda
sem arreio e sem cavalo
eu sou o rio grande antigo
caminhando pela rua
fazendo rondas gaúchas
em cada quarto de lua
sou rancho de santa fé
sou guarda-fogo de angico
que vai queimando solito
no borraio do galpão
eu tenho garra de peão
que morre, mas não se entrega
e a cidade não agrada
quem cresceu pisando geada
e dormindo nas macega
eu sou um bugre do mato
que o destino deu um pialo
sou capataz de fazenda
sem arreio e sem cavalo
eu sou o rio grande antigo
caminhando pela rua
fazendo rondas gaúchas
em cada quarto de lua
por nelson de campos
quando a tarde vai-se embora
e aumenta mais a saudade
olhando pela janela
a imensidão da cidade
o destino por maleva
na cidade me embretou
Às vezes fico pensando
a mim mesmo perguntando
se ainda sei quem eu sou
eu sou um bugre do mato
que o destino deu um pialo
sou capataz de fazenda
sem arreio e sem cavalo
eu sou o rio grande antigo
caminhando pela rua
fazendo rondas gaúchas
em cada quarto de lua
eu sou um quero-quero triste
que campeia onde pousar
eu sou a vertente d´água
que não parou de pulsar
eu sou o próprio ginete
gineteando campo à fora
sou a roseta ensanguentada
sou madrugadas de geada
sou saudade lá de fora
eu sou um bugre do mato
que o destino deu um pialo
sou capataz de fazenda
sem arreio e sem cavalo
eu sou o rio grande antigo
caminhando pela rua
fazendo rondas gaúchas
em cada quarto de lua
sou rancho de santa fé
sou guarda-fogo de angico
que vai queimando solito
no borraio do galpão
eu tenho garra de peão
que morre, mas não se entrega
e a cidade não agrada
quem cresceu pisando geada
e dormindo nas macega
eu sou um bugre do mato
que o destino deu um pialo
sou capataz de fazenda
sem arreio e sem cavalo
eu sou o rio grande antigo
caminhando pela rua
fazendo rondas gaúchas
em cada quarto de lua
por nelson de campos