Letra de Cena De Campanha - Leopoldo Rassier
Disco A
01
Campereando a Vida
02
Sabe, Moço
03
Segredos Do Meu Cambicho
04
Veterano
05
Garibaldi, Herói, Marujo E Gaudério
06
Entardecer
07
Laço De Estrelas
08
A Lo Largo
09
Barranca E Fronteira
10
Minha Querência
11
Não Podemo Se Entregá Pros Home
12
Rainha De Moçambique
13
Prelúdio De Fé No Trigo
14
A Banda Dos Maragatos
15
Ascenção E Queda De Um Ginete
16
Gaita, Cordeona E Gaiteiro - Leopoldo Rassier, Talo Pereyra E Os Bolicheiros
17
Pôr-do-sol No Guaíba
18
Cena De Campanha
19
Sobre o Lombilho
20
Lá Fora - Leopoldo Rassier, Osmar Carvalho,lenin Nunes, Mário Barros E Antonio Rocha
Cena De Campanha
Letra: alcy cheuiche / nilo bairros de brum
os galhos, regendo o vento, balançam no temporal
atado pelo buçal, um potro estira o cabresto
molhando a melena moura, o velho peão caseiro
se atarefa no terreiro guardando trastes de arreios
É uma cena de campanha repassada em poesia
pedindo uma melodia com acordes de bandona
e uma guitarra crioula de ventre bem manuseado
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
firmando a barra da saia num jeito meio apressado
rosto de chuva lavado, maria recolhe a roupa
invocando santa bárbara, a velha guarda o machado
temendo que algum mandado venha lhe fazer seu pouso
É uma cena de campanha repassada em poesia
pedindo uma melodia com acordes de bandona
e uma guitarra crioula, de ventre bem manuseado
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
e a tormenta vai embora, assim no mais, como veio
acalmando o sarandeio dos ramos mexendo a brisa
o sol rebrilha nas folhas, recomeça toda a lida
o velho estilo de vida que eu juro que ainda existe
É uma cena de campanha repassada em poesia
pedindo uma melodia com acordes de bandona
e uma guitarra crioula, de ventre bem manuseado
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
os galhos, regendo o vento, balançam no temporal
atado pelo buçal, um potro estira o cabresto
molhando a melena moura, o velho peão caseiro
se atarefa no terreiro guardando trastes de arreios
É uma cena de campanha repassada em poesia
pedindo uma melodia com acordes de bandona
e uma guitarra crioula de ventre bem manuseado
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
firmando a barra da saia num jeito meio apressado
rosto de chuva lavado, maria recolhe a roupa
invocando santa bárbara, a velha guarda o machado
temendo que algum mandado venha lhe fazer seu pouso
É uma cena de campanha repassada em poesia
pedindo uma melodia com acordes de bandona
e uma guitarra crioula, de ventre bem manuseado
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
e a tormenta vai embora, assim no mais, como veio
acalmando o sarandeio dos ramos mexendo a brisa
o sol rebrilha nas folhas, recomeça toda a lida
o velho estilo de vida que eu juro que ainda existe
É uma cena de campanha repassada em poesia
pedindo uma melodia com acordes de bandona
e uma guitarra crioula, de ventre bem manuseado
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza
no abraço apaixonado de um cantor pedindo vaza