Letra de Recanto Gaúcho - Sandro Oliveira e Grupo Fole Solto
Disco A
01
O Coisa Lindo
02
Vai de Vaneira
03
Sou Laçador
04
Cuiudinho Pocotó
05
Me Matando de Rir
06
Muchacha
07
Gaiteiro Bom
08
Doce Amada
09
Amizade Gaúcha
10
Vovó Não Vai
11
Um Gaúcho Não é Nada Sem Muié
12
Ginete de Luxo
13
Bem Cuiúdo
14
Bugio do Mato
15
Gauderiando
16
Recanto Gaúcho
17
Gaúcho Abagualado
18
De Apagar o Candieiro
Recanto Gaúcho
Eu tenho lá onde eu moro um recanto abençoado
Pra trazer viva a memória e os costumes do passado
Fogo de chão com tripé um pai de fogo queimado
Alguns cepos com pelegos pra quem chegar ir sentado
O meu recanto gaúcho tem paredes decoradas
Com a bandeira do rio grande com trabucos e adagas
Um apero prateado duas bruacas de cargas
Num quadro bento gonçalves, no outro getúlio vargas
No meu recanto gaúcho, pau a pique, chão batido
Vivo ali o dia de hoje dentro do sistema antigo
Passo horas de lazer mateando com meus amigos
No meu recanto gaúcho tem borrachão e cantil
Uma vitrola antiga, alguns discos de vinil
Tenho noel guarani, gildo de freitas, tio bilia
Do jaeme caetano braun, alguns de poesias
No meu recanto gaúcho no varal dependurado
Charque, lingüiça campeira e toicinho defumado
Meu apego a esse recanto é um sentimento sagrado
Me honra ser descendente dos gaúchos do passado
Autores: Bruno Neher e Sandro Oliveira
Pra trazer viva a memória e os costumes do passado
Fogo de chão com tripé um pai de fogo queimado
Alguns cepos com pelegos pra quem chegar ir sentado
O meu recanto gaúcho tem paredes decoradas
Com a bandeira do rio grande com trabucos e adagas
Um apero prateado duas bruacas de cargas
Num quadro bento gonçalves, no outro getúlio vargas
No meu recanto gaúcho, pau a pique, chão batido
Vivo ali o dia de hoje dentro do sistema antigo
Passo horas de lazer mateando com meus amigos
No meu recanto gaúcho tem borrachão e cantil
Uma vitrola antiga, alguns discos de vinil
Tenho noel guarani, gildo de freitas, tio bilia
Do jaeme caetano braun, alguns de poesias
No meu recanto gaúcho no varal dependurado
Charque, lingüiça campeira e toicinho defumado
Meu apego a esse recanto é um sentimento sagrado
Me honra ser descendente dos gaúchos do passado
Autores: Bruno Neher e Sandro Oliveira