Letra de Vovó Não Vai - Sandro Oliveira e Grupo Fole Solto
Disco A
01
O Coisa Lindo
02
Vai de Vaneira
03
Sou Laçador
04
Cuiudinho Pocotó
05
Me Matando de Rir
06
Muchacha
07
Gaiteiro Bom
08
Doce Amada
09
Amizade Gaúcha
10
Vovó Não Vai
11
Um Gaúcho Não é Nada Sem Muié
12
Ginete de Luxo
13
Bem Cuiúdo
14
Bugio do Mato
15
Gauderiando
16
Recanto Gaúcho
17
Gaúcho Abagualado
18
De Apagar o Candieiro
Vovó Não Vai
“vou te contar um causo triste do que ta me acontecendo, ¨vovô veinho de idade, anda só me aborrecendo com sesmarias lotadas ele segue forte... e vivendo!”
O vovô veio já tem noventa de idade
Retocando na cidade
E agitando nos bailão
E eu aqui esperando a minha parte
No veio não dá um infarte
É um relógio o coração
Vovô não vai, vovô não morre
Por causa dele todo dia eu tomo um porre
E os herdeiros tão morrendo quase tudo
Já foi o nico e o barbudo
Ficou só duas irmãs
E eu aqui como um neto que se preza
Dia e noite eu faço reza pro veio morrer amanhã
Nóis temo um plano, temo falando bem sério
O véio vai pro cemitério
É a família que queria
Já se reunimos com os irmãos e com os parentes
E de nóis o mais valente
Vai levar essa loteria
Se não der certo este plano com os parentes
Vamo encarregar uns vivente que são valente demais
Já demo as armas, munição e muito dinheiro
Pra mandar o véio fuleiro pros pagos do nunca mais
Já encomendemo a funerária bom viagem
São pedro que dê passagem ou o diabo abra os portão
Vai ser um festa muito grito e muita farra
Muito pique e muita garra, quando abaixar o caixão
Autores: Carlos Alberto Dahmer, Dilceu dos Santos e Luís Carlos Jarutais.
O vovô veio já tem noventa de idade
Retocando na cidade
E agitando nos bailão
E eu aqui esperando a minha parte
No veio não dá um infarte
É um relógio o coração
Vovô não vai, vovô não morre
Por causa dele todo dia eu tomo um porre
E os herdeiros tão morrendo quase tudo
Já foi o nico e o barbudo
Ficou só duas irmãs
E eu aqui como um neto que se preza
Dia e noite eu faço reza pro veio morrer amanhã
Nóis temo um plano, temo falando bem sério
O véio vai pro cemitério
É a família que queria
Já se reunimos com os irmãos e com os parentes
E de nóis o mais valente
Vai levar essa loteria
Se não der certo este plano com os parentes
Vamo encarregar uns vivente que são valente demais
Já demo as armas, munição e muito dinheiro
Pra mandar o véio fuleiro pros pagos do nunca mais
Já encomendemo a funerária bom viagem
São pedro que dê passagem ou o diabo abra os portão
Vai ser um festa muito grito e muita farra
Muito pique e muita garra, quando abaixar o caixão
Autores: Carlos Alberto Dahmer, Dilceu dos Santos e Luís Carlos Jarutais.