Letra de Cueinheinhein Praguenta - Grupo Reponte

Cueinheinhein Praguenta

(Luciano Rosa)

Ô diacho, uma muié dessas é castigo ou é praga de madrinha
Não deixa eu metê meus trago', tô comendo com farinha

Tomei-lhe um tapão na oreia e no traseiro um pontapé
Ai, cueinheinhein, fia duma égua com os coice' dessa muié
É loca de faca na bota e prometeu me tirá o couro
Acho que agora foi p'o saco os trinta ano' de namoro
Só porque eu meto meus trago', pra beber dela eu fujo
Outro dia ela quebrou tudo, eu e o bar do copo sujo
Me "acude" dona Maria da Penha que eu ando mal
Se relo nela é cadeia e se bebo me caga a pau

Ai, cueinheinhein, fia duma égua, fiz por amor
Larguei mão das bodega' por a caixa de isopor
Lá em casa eu bebo tudo e a loca se rendeu
Bebe pareio comigo depois o bebum sou eu

Sai daqui, muié, cadê a minha gelada, bebeu a úrtima
Por isso que eu bebo, bebo mesmo quando ela deixa
Porque só moiado pra aturá essa atentada
É ranço e grito o dia inteiro, "fio" que chora
O feijão que queima e bordoada nas oreia'
Ó vida, ó que eu vorto lá pro bolicho do Carlinho' bebê umas
Comê umas boia forte e ouvi umas gaita'
Porque tu é muito desgraçada, praguenta
Tchau pra ti, muié!

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