Letra de Aquerenciando Fronteiras - Os Monarcas
Aquerenciando Fronteiras
Declamado:
(Nasci na alma da pampa deste meu sul riograndense
Axucrando um sentimento que não tá apenas na casca
Quem trás os campos em si sempre será um guri
E o taura que nasce aqui é um gaúcho. isto basta)
Nasci na alma da pampa deste meu sul riograndense
Que luta pra ver se vence mas não se entrega jamais
É o chão crioulo do mundo pra ventos e redemoinhos
Que nunca fica sozinho quando a guerra é pela paz
Aqui mora o mate amargo sempre dos mais encilhados
Costume que é sagrado de uma chucra comunhão
O lugar que faz os homens não divisa de pátrias
E a própria história idolatra quem nasce pra honrar seu chão
(2x)
Sou gaúcho, sou campeiro cem porcento galponeiro
E este dom xucro e altaneiro não se herda com dinheiro
Trago uma pilcha no peito onde mora minha bandeira
Aquerenciando as fronteiras nos olhos da liberdade
Respeito todas as doutrinas que batem cascos e esporas
Pois tilintando as auroras tá o Rio Grande de verdade
E nesta constância vida que mescla seu próprio tempo
Axucrando sentimento que não tá apenas na casca
Quem trás os campos em si sempre será um guri
E o taura que nasce aqui é um gaúcho e isto basta
(2x)
Sou gaúcho, sou campeiro cem porcento galponeiro
E este dom xucro e altaneiro não se herda com dinheiro
(2x)
Sou gaúcho, sou campeiro cem porcento galponeiro
E este dom xucro e altaneiro não se herda com dinheiro
(Nasci na alma da pampa deste meu sul riograndense
Axucrando um sentimento que não tá apenas na casca
Quem trás os campos em si sempre será um guri
E o taura que nasce aqui é um gaúcho. isto basta)
Nasci na alma da pampa deste meu sul riograndense
Que luta pra ver se vence mas não se entrega jamais
É o chão crioulo do mundo pra ventos e redemoinhos
Que nunca fica sozinho quando a guerra é pela paz
Aqui mora o mate amargo sempre dos mais encilhados
Costume que é sagrado de uma chucra comunhão
O lugar que faz os homens não divisa de pátrias
E a própria história idolatra quem nasce pra honrar seu chão
(2x)
Sou gaúcho, sou campeiro cem porcento galponeiro
E este dom xucro e altaneiro não se herda com dinheiro
Trago uma pilcha no peito onde mora minha bandeira
Aquerenciando as fronteiras nos olhos da liberdade
Respeito todas as doutrinas que batem cascos e esporas
Pois tilintando as auroras tá o Rio Grande de verdade
E nesta constância vida que mescla seu próprio tempo
Axucrando sentimento que não tá apenas na casca
Quem trás os campos em si sempre será um guri
E o taura que nasce aqui é um gaúcho e isto basta
(2x)
Sou gaúcho, sou campeiro cem porcento galponeiro
E este dom xucro e altaneiro não se herda com dinheiro
(2x)
Sou gaúcho, sou campeiro cem porcento galponeiro
E este dom xucro e altaneiro não se herda com dinheiro