Letra de Madrugada - Shana Muller
Disco A
01
Ao Sopro Da Chacarera
02
No Fio Da Milonga
03
Abre Essa Gaita
04
Moço, Irmão, Companheiro E Paisano
05
Puerto De Mi Ser
06
El Consechero
07
Alma Chamameira
08
Soy El Chamamé
09
Quatro Cantos Do Planeta
10
Outra Campereada
11
Garganta Con Arena
12
Xucra e Forte
13
Madrugada
14
Carreira De Campo
15
Eu Quero Ser Do Mundo
16
Um Vistaço Na Tropa
Madrugada
Os fletes campeiros pastando ao luar
Refugo meu catre pra sorver nuances
Que a noite pintou na barra do dia
Quando nasce o pampa a inspirar romances
O sol vem ao tranco no lombo de um ruano
E a noite lobuna se faz madrugada
Os mates e prosas se fazem silêncio
Enquanto se encilha, pra outra jornada
Tinido de espora, rangido de bastos
E bater de cascos se fazem poesia
Cavalos e homens se tornam centauros
Na pátria gaúcha ao raiar outro dia
Um zaino escarceia atirando o freio
Se faz haragana uma potra bragada
Que ao sentir as cosca do laço nos tentos
Bufou contra o vento pedindo bolada
Ritual que faz parte da vida de campo
Porém só conhece quem cedo levanta
E sai campo afora com o sol na garupa
E traz a querência nos versos que canta
Tinido de espora, rangido de bastos
E bater de cascos se fazem poesia
Cavalos e homens se tornam centauros
Na pátria gaúcha ao raiar outro dia
Refugo meu catre pra sorver nuances
Que a noite pintou na barra do dia
Quando nasce o pampa a inspirar romances
O sol vem ao tranco no lombo de um ruano
E a noite lobuna se faz madrugada
Os mates e prosas se fazem silêncio
Enquanto se encilha, pra outra jornada
Tinido de espora, rangido de bastos
E bater de cascos se fazem poesia
Cavalos e homens se tornam centauros
Na pátria gaúcha ao raiar outro dia
Um zaino escarceia atirando o freio
Se faz haragana uma potra bragada
Que ao sentir as cosca do laço nos tentos
Bufou contra o vento pedindo bolada
Ritual que faz parte da vida de campo
Porém só conhece quem cedo levanta
E sai campo afora com o sol na garupa
E traz a querência nos versos que canta
Tinido de espora, rangido de bastos
E bater de cascos se fazem poesia
Cavalos e homens se tornam centauros
Na pátria gaúcha ao raiar outro dia