Letra de Alma Chamameira - Shana Muller
Disco A
01
Ao Sopro Da Chacarera
02
No Fio Da Milonga
03
Abre Essa Gaita
04
Moço, Irmão, Companheiro E Paisano
05
Puerto De Mi Ser
06
El Consechero
07
Alma Chamameira
08
Soy El Chamamé
09
Quatro Cantos Do Planeta
10
Outra Campereada
11
Garganta Con Arena
12
Xucra e Forte
13
Madrugada
14
Carreira De Campo
15
Eu Quero Ser Do Mundo
16
Um Vistaço Na Tropa
Alma Chamameira
Minha alma chamameceira
Solfeja notas em assovio
E eu perco a noção das horas
Ponteando o pingo em noites de frio
Saudades da terra boa,
Cheiro de mato, costa de rio
É a tristeza que se achega
Chaira sua faca, aumentando o fio
Por que será que se parte?
Por quantas vezes me perguntei
Ganhei o mundão por diante
Buscando os sonhos que inventei
É preciso andejar muito
Pra descobrir o que agora sei
Coisas que tinham valor
Com o passar do tempo, hoje já não têm
É estranho esse sentimento
De amor profundo por nosso chão
Fica guardado no peito
Bem lá no fundo do coração
E quando menos se espera
Vem desaguar na foz da emoção
Vem me sofrenando a alma
E a saudade cobra recordação
O rio dos olhos se inunda
Sai do seu leito, campo afora vai
Levando tudo por diante
Feito as enchentes do Uruguai
Um verso amigo se achega
Pra enxugar o pranto que do rosto cai
O peito transborda mágoa
E a garganta arde num Sapucaí
Solfeja notas em assovio
E eu perco a noção das horas
Ponteando o pingo em noites de frio
Saudades da terra boa,
Cheiro de mato, costa de rio
É a tristeza que se achega
Chaira sua faca, aumentando o fio
Por que será que se parte?
Por quantas vezes me perguntei
Ganhei o mundão por diante
Buscando os sonhos que inventei
É preciso andejar muito
Pra descobrir o que agora sei
Coisas que tinham valor
Com o passar do tempo, hoje já não têm
É estranho esse sentimento
De amor profundo por nosso chão
Fica guardado no peito
Bem lá no fundo do coração
E quando menos se espera
Vem desaguar na foz da emoção
Vem me sofrenando a alma
E a saudade cobra recordação
O rio dos olhos se inunda
Sai do seu leito, campo afora vai
Levando tudo por diante
Feito as enchentes do Uruguai
Um verso amigo se achega
Pra enxugar o pranto que do rosto cai
O peito transborda mágoa
E a garganta arde num Sapucaí