Letra de Vida de Gaúcho - Marines Siqueira
Disco A
01
Mais Um Galo Que Canta
02
Vento Minuano
03
Pout-pourri (Terra Que Canto / Vá Embora Tristeza / Fronteira Que Não Faz Fronteira / Mensagem de Artista)
04
Madrugada
05
Xote da Família
06
Ternura dos Teus Olhos
07
Canto dos Livres
08
Cheiro de Galpão
09
Na Minha Terra é Assim
10
Velha Porteira
11
Paraíso
12
Só Vanerão
13
Vida de Gaúcho
14
O Tempo e a Vida
15
Quando Canta o Coração
Vida de Gaúcho
Letra/música: Adelar Bertussi
De madrugada no romper do dia
E que o sol nasce iluminando o pampa
A vaca berra chamando o terneiro
E na restinga a passarada canta
Lá na coxilha a perdiz pia forte
E na canhada o gado vai pastando
E eu que admiro a lei da natureza
Faço meus versos mesmo trabalhando...
E o pingo zaino igual ao pensamento
Que eu comprei em lagoa vermelha
E o cachorro companheiro e tanto
Que cuida o gado e também das ovelhas
No meu pescoço lenço colorado
Que eu ganhei de um compadre meu
No coração um patriotismo bárbaro
Maior presente que deus me deu...
E o touro berra dono do rodeio
E o galo canta dono do terreiro
E a porcada solta no pinhão
E na guaiaca um maço de dinheiro
Na minha fazenda eu tenho de tudo
Roças de milho, de feijão e trigo
E na noitinha eu pego na minha gaita
E canto versos para meus amigos...
Minha chinoca que é linda demais
Me ajuda muito e muito me distrai
E a gurizada por ali brincando
E o companheiro que é meu velho pai
Levanta cedo e trabalha muito
Um gaúcho guapo que mora pra fora
Colhendo roça e campereando
Com fé em deus e nossa senhora...
E nos domingos eu vou no rodeio
Violão e gaita em baixo do braço
Barraca armada e muita festança
Pingo encilhado pra ganhar no braço
Companheirada por ali farreando
Tomando um trago e um bom chimarrão
No outro dia volto pro meu rancho
E assim eu honro a nossa tradição...
De madrugada no romper do dia
E que o sol nasce iluminando o pampa
A vaca berra chamando o terneiro
E na restinga a passarada canta
Lá na coxilha a perdiz pia forte
E na canhada o gado vai pastando
E eu que admiro a lei da natureza
Faço meus versos mesmo trabalhando...
E o pingo zaino igual ao pensamento
Que eu comprei em lagoa vermelha
E o cachorro companheiro e tanto
Que cuida o gado e também das ovelhas
No meu pescoço lenço colorado
Que eu ganhei de um compadre meu
No coração um patriotismo bárbaro
Maior presente que deus me deu...
E o touro berra dono do rodeio
E o galo canta dono do terreiro
E a porcada solta no pinhão
E na guaiaca um maço de dinheiro
Na minha fazenda eu tenho de tudo
Roças de milho, de feijão e trigo
E na noitinha eu pego na minha gaita
E canto versos para meus amigos...
Minha chinoca que é linda demais
Me ajuda muito e muito me distrai
E a gurizada por ali brincando
E o companheiro que é meu velho pai
Levanta cedo e trabalha muito
Um gaúcho guapo que mora pra fora
Colhendo roça e campereando
Com fé em deus e nossa senhora...
E nos domingos eu vou no rodeio
Violão e gaita em baixo do braço
Barraca armada e muita festança
Pingo encilhado pra ganhar no braço
Companheirada por ali farreando
Tomando um trago e um bom chimarrão
No outro dia volto pro meu rancho
E assim eu honro a nossa tradição...