Letra de Cordeona - Grupo Alma do Pampa
Disco A
01
Palácio De Um Xucro
02
Peleia Braba
03
O Patrão Não Vai Me Achar
04
Ombro Amigo
05
O Chupim
06
Formado Em Lida Campeira
07
No Galope Do Xote
08
Minha Estampa
09
Gaiteiros Do Sul
10
Mateando Saudade
11
Comida Pras Esporas
12
A Passo O Bugio
13
Chiando A Chaleira
14
Eu Sou Gaúcho E Isso Me Basta
15
Cordeona
16
O Resto É Mico
Cordeona
(Gaudêncio Terra/Pedro Leonardo Lauermann "Leonardo")
Doutro lado do oceano viestes, bela xirua
Pra te mostrar em la pampa nas madrugadas charruas
Virou cambicho de muitos que não se apegavam a nada
Muitos fizeram de tudo pra tê-la por namorada
Teu doce canto, morena, encantou índios malevas
E encheu de luz o horizonte em noites escuras de trevas
Se fez parceira andarenga de muito xiru teatino
Que, ao te abraçar com carinho, moldava o próprio destino
Por isso, quando eu te vejo abraçada com afago
Quando te arrancam gemidos nos dedos de um índio vago
Te entendo, prenda menina, por que a todos apaixona
O Rio Grande te conhece intimamente, cordeona
E assim foi ganhando espaço na casa, grande galpão
Sendo querida por todos, desde o nobre até o peão
Nas refregas e peleias e nas tropeadas de paz
Aonde houver um gaúcho, ali presente estarás
Nas festanças do meu pago, bolichos e carreiradas
Ou lá na tasca da vida, nas folgas da gauchada
Quem te ouviu jamais esquece o som dessa tua voz
Ficou na memória acordes que embalam sonhos sonoros
Por isso, quando eu te vejo abraçada com afago...
Doutro lado do oceano viestes, bela xirua
Pra te mostrar em la pampa nas madrugadas charruas
Virou cambicho de muitos que não se apegavam a nada
Muitos fizeram de tudo pra tê-la por namorada
Teu doce canto, morena, encantou índios malevas
E encheu de luz o horizonte em noites escuras de trevas
Se fez parceira andarenga de muito xiru teatino
Que, ao te abraçar com carinho, moldava o próprio destino
Por isso, quando eu te vejo abraçada com afago
Quando te arrancam gemidos nos dedos de um índio vago
Te entendo, prenda menina, por que a todos apaixona
O Rio Grande te conhece intimamente, cordeona
E assim foi ganhando espaço na casa, grande galpão
Sendo querida por todos, desde o nobre até o peão
Nas refregas e peleias e nas tropeadas de paz
Aonde houver um gaúcho, ali presente estarás
Nas festanças do meu pago, bolichos e carreiradas
Ou lá na tasca da vida, nas folgas da gauchada
Quem te ouviu jamais esquece o som dessa tua voz
Ficou na memória acordes que embalam sonhos sonoros
Por isso, quando eu te vejo abraçada com afago...