Letra de Palácio De Um Xucro - Grupo Alma do Pampa
Disco A
01
Palácio De Um Xucro
02
Peleia Braba
03
O Patrão Não Vai Me Achar
04
Ombro Amigo
05
O Chupim
06
Formado Em Lida Campeira
07
No Galope Do Xote
08
Minha Estampa
09
Gaiteiros Do Sul
10
Mateando Saudade
11
Comida Pras Esporas
12
A Passo O Bugio
13
Chiando A Chaleira
14
Eu Sou Gaúcho E Isso Me Basta
15
Cordeona
16
O Resto É Mico
Palácio De Um Xucro
(Dionísio Costa)
Este rancho onde o minuano beija a quincha de capim
Tem uma história de mim em cada traste guardado
Quem passa ao longe da estrada onde ando com o olhar torto
Sabe aqui que, sem conforto, mora um xucro desalmado
Eu vivo aqui entocado que nem um bicho matreiro
É o que diz algum povoeiro que não me conhece bem
Quem falar mal do meu mundo pouco sabe a meu respeito
Pois o catre onde eu me deito deita minha alma também
Não me aparto nem a laço do meu viver galponeiro
Pois um taura missioneiro não carece muito luxo
É bem modesto o meu rancho retratando pouco lucro
Mas é um palácio de um xucro que se orgulha em ser gaúcho
Há tantos que tem riqueza que sobra pro desperdício
Sustentando luxo e vício de um viver sem serventia
Vem conhecer o abraço de um amigo de verdade
Passam mais necessidade taureando a vida vazia
Enquanto isso eu acordo olhando o mundo de frente
Não conheço muita gente neste fundão esquecido
Mas se alguém der oh de casa eu não trato por carancho
Pois quem chegar no meu rancho é sempre bem recebido
Não me aparto nem a laço do meu viver galponeiro...
Este rancho onde o minuano beija a quincha de capim
Tem uma história de mim em cada traste guardado
Quem passa ao longe da estrada onde ando com o olhar torto
Sabe aqui que, sem conforto, mora um xucro desalmado
Eu vivo aqui entocado que nem um bicho matreiro
É o que diz algum povoeiro que não me conhece bem
Quem falar mal do meu mundo pouco sabe a meu respeito
Pois o catre onde eu me deito deita minha alma também
Não me aparto nem a laço do meu viver galponeiro
Pois um taura missioneiro não carece muito luxo
É bem modesto o meu rancho retratando pouco lucro
Mas é um palácio de um xucro que se orgulha em ser gaúcho
Há tantos que tem riqueza que sobra pro desperdício
Sustentando luxo e vício de um viver sem serventia
Vem conhecer o abraço de um amigo de verdade
Passam mais necessidade taureando a vida vazia
Enquanto isso eu acordo olhando o mundo de frente
Não conheço muita gente neste fundão esquecido
Mas se alguém der oh de casa eu não trato por carancho
Pois quem chegar no meu rancho é sempre bem recebido
Não me aparto nem a laço do meu viver galponeiro...