Letra de Mates de Saudade - Zezinho & Floreio - Os Mirins
Disco A
01
Mate de Esperança - Sinuelo Pampeano
02
Meu Canivete - Grupo Oh de Casa
03
Destino de Andar - Os 3 Xirus
04
Caçador e Pescador - Querência
05
É Nisto Que Eu Boto Fé - Paulo Garcia & Canto Missioneiro
06
Vanera Maniquera - Zezinho & Floreio
07
Acordes De Minh"alma - Jones Andrei Vieira
08
O Xará de São Chico - Os Mirins
09
Mestre Antoninho Duarte - Grupo Oh De Casa & Dionísio Costa
10
Sentimento - Querência
11
Mates de Saudade - Zezinho & Floreio
12
Pout-pourri Os Mirins - Sinuelo Pampeano
13
Vanerinha do Namoro - Os Mirins
14
Doce Saudade - Jéssica Thomé
Mates de Saudade - Zezinho & Floreio
Nas horas largas nos meus mates de saudade
Quando a cidade já acende seus luzeiros
Vou relembrando na tristeza que me invade
Os fins de tarde nos meus tempos de campeiro.
Cantava junto com os ferreiros no pomar
Só prá quebrar a quietude da campanha
E agora tendo tanta gente ao meu redor
É bem maior a solidão que me acompanha
Goteja prantos lá no céu sobre esses ranchos
Quando um carancho como eu foge do ninho
E sorve mates nesta busca de si mesmo
Ou vaga e esmo na procura de carinho
As vezes boto minha roupa endomingada
Nas madrugadas dos bailões de chão adentro
Seguro as ânsias de voltar pro velho pago
E tomo uns tragos prá esquecer o desalento
Componho o mate e aproveito a mesma erva
Que ainda conserva um gostinho lá de fora
Um dia destes pego os cobres de reserva
Boleio a perna em algum trem e vou me embora
Quando a cidade já acende seus luzeiros
Vou relembrando na tristeza que me invade
Os fins de tarde nos meus tempos de campeiro.
Cantava junto com os ferreiros no pomar
Só prá quebrar a quietude da campanha
E agora tendo tanta gente ao meu redor
É bem maior a solidão que me acompanha
Goteja prantos lá no céu sobre esses ranchos
Quando um carancho como eu foge do ninho
E sorve mates nesta busca de si mesmo
Ou vaga e esmo na procura de carinho
As vezes boto minha roupa endomingada
Nas madrugadas dos bailões de chão adentro
Seguro as ânsias de voltar pro velho pago
E tomo uns tragos prá esquecer o desalento
Componho o mate e aproveito a mesma erva
Que ainda conserva um gostinho lá de fora
Um dia destes pego os cobres de reserva
Boleio a perna em algum trem e vou me embora