Letra de É Nisto Que Eu Boto Fé - Paulo Garcia & Canto Missioneiro - Os Mirins
Disco A
01
Mate de Esperança - Sinuelo Pampeano
02
Meu Canivete - Grupo Oh de Casa
03
Destino de Andar - Os 3 Xirus
04
Caçador e Pescador - Querência
05
É Nisto Que Eu Boto Fé - Paulo Garcia & Canto Missioneiro
06
Vanera Maniquera - Zezinho & Floreio
07
Acordes De Minh"alma - Jones Andrei Vieira
08
O Xará de São Chico - Os Mirins
09
Mestre Antoninho Duarte - Grupo Oh De Casa & Dionísio Costa
10
Sentimento - Querência
11
Mates de Saudade - Zezinho & Floreio
12
Pout-pourri Os Mirins - Sinuelo Pampeano
13
Vanerinha do Namoro - Os Mirins
14
Doce Saudade - Jéssica Thomé
É Nisto Que Eu Boto Fé - Paulo Garcia & Canto Missioneiro
Eu boto fé naquilo que me pertence
Sou peão rio-grandense criado com pouco luxo
É sendo assim meu trabalho é minha crença
A palavra é uma sentença que roda esse gaúcho.
Eu boto fé na gente da minha raça
Que na hora da fumaça fica pegando parelho
Gosto do galo que morre e não pede trégua
E dou cola de égua feito num lenço vermelho
Eu boto fé nas cinco armas que trago
Um violão desbotado e as quatro petas do pingo
Com esses munícios sempre me sobram cambichos
Cantando pelos bolichos no entardecer de domingo.
Eu boto fé no meu braço de campeiro
E no jeitão altaneiro embora sendo um índio pobre;
O meu conceito é viver com galhardia
É cruzar as sesmarias sem deixar que a espinha dobre.
Eu boto fé na velha cruz de lorena
E nas auroras morenas trazendo o fim dessas guerras
Também “lo creio” que um dia encontrarei
Aqueles que tanto amei e se bandearam da terra;
Sou peão rio-grandense criado com pouco luxo
É sendo assim meu trabalho é minha crença
A palavra é uma sentença que roda esse gaúcho.
Eu boto fé na gente da minha raça
Que na hora da fumaça fica pegando parelho
Gosto do galo que morre e não pede trégua
E dou cola de égua feito num lenço vermelho
Eu boto fé nas cinco armas que trago
Um violão desbotado e as quatro petas do pingo
Com esses munícios sempre me sobram cambichos
Cantando pelos bolichos no entardecer de domingo.
Eu boto fé no meu braço de campeiro
E no jeitão altaneiro embora sendo um índio pobre;
O meu conceito é viver com galhardia
É cruzar as sesmarias sem deixar que a espinha dobre.
Eu boto fé na velha cruz de lorena
E nas auroras morenas trazendo o fim dessas guerras
Também “lo creio” que um dia encontrarei
Aqueles que tanto amei e se bandearam da terra;