Letra de Porque Sou Campeiro - Pedro Neves
Disco A
01
Porque Sou Campeiro
02
Correntina
03
Segredo De Coração
04
Fandangueando no Sul
05
Adeus Companheirada
06
Trançando Braças De Milongas
07
É Tempo De Festa
08
Rio Grande Sem Frescura
09
Rio Grande Taura
10
Eh! Buenas Que Estou Na Lida
11
Lenga-lenga
12
Balseiro Da Barra
13
Eu Sou De Festa
14
Balançando
15
Dando De Rédeas Pra Lida
Porque Sou Campeiro
Letra: João Alberto Pretto
Quem me bombeia sabe do pago que eu venho
O que eu tenho dentro d´alma macanuda
Eu fui criado tropeando gado de estância
Laçando ânsia de casco e tropa murruda
Eu sou um taura que salto de madrugada
Cara lavada e vou tomar meu chimarrão
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Sou verdadeiro, campeiro sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro orgulho desta querência
Eu gasto a vida montado no meu cavalo
Xucro regalo da herança rio-grandense
Do chão crioulo tapado de tantas glória
Que a própria história registrou e a nós pertence
Assim eu sigo, escasseando algum desengano
Um campechano embuçala a felicidade
Acostumado co´a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Acostumado co´a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Quem me bombeia sabe do pago que eu venho
O que eu tenho dentro d´alma macanuda
Eu fui criado tropeando gado de estância
Laçando ânsia de casco e tropa murruda
Eu sou um taura que salto de madrugada
Cara lavada e vou tomar meu chimarrão
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Não tem um dia que o campo não vê minha marca
Velho monarca da lida e da tradição
Sou verdadeiro, campeiro sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro orgulho desta querência
Eu gasto a vida montado no meu cavalo
Xucro regalo da herança rio-grandense
Do chão crioulo tapado de tantas glória
Que a própria história registrou e a nós pertence
Assim eu sigo, escasseando algum desengano
Um campechano embuçala a felicidade
Acostumado co´a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Acostumado co´a fumaça de galpão
Meu coração gineteia de saudade
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Sina baguala de consciência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência
Sou verdadeiro, campeiro
Orgulho desta querência