Letra de Do Pavão ao Canta Galo - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Como é Lindo o Meu Rio Grande
02
Légua e Pico...
03
Amanhecido
04
Era Assim Naquele Tempo...
05
Se Ajusta um Peão Campeiro
06
Arte, Coragem e Bravura
07
Pica-pau Papo Amarelo
08
Não Estava pra Peleia
09
No Rastro da Lua Grande
10
A Minha Voz
11
Eu Não Refugo Bolada
12
Só Por Fula
13
Alma Rural
14
Do Pavão ao Canta Galo
15
Um Dia Comum
16
Gaudério
Do Pavão ao Canta Galo
Meu cavalo enche a boca
E a cambona faz ponteio;
Um cochincho rasga ao meio
A calma da madrugada...
Enquanto a aurora prateada
Vem destapando o rodeio!
Quando a última estrela
Deixar o céu do potreiro,
Pastando e seguindo o cheiro
Que a noite levou do pago...
Refugo os avios do amargo,
Porque o sol chega ligeiro.
Meu "Confiança" é noite escura...
Com prenúncios de tormenta;
Um relâmpago na testa
E um tufão em cada venta!
"Tem labuna 'nas dez quadra'
De 'cansá' 'inté' a cuscada...
E na boca da picada
Um touro berra e se arrima,
Chairando as armas da esgrima
Na macega sapecada!..."
Tem aparte no Pavão,
Bicheira no Canta Galo,
Mas eu vou bem a cavalo
E o resto eu levo no grito!
O mango é só pra bonito
E a espora é sempre um regalo!
E a cambona faz ponteio;
Um cochincho rasga ao meio
A calma da madrugada...
Enquanto a aurora prateada
Vem destapando o rodeio!
Quando a última estrela
Deixar o céu do potreiro,
Pastando e seguindo o cheiro
Que a noite levou do pago...
Refugo os avios do amargo,
Porque o sol chega ligeiro.
Meu "Confiança" é noite escura...
Com prenúncios de tormenta;
Um relâmpago na testa
E um tufão em cada venta!
"Tem labuna 'nas dez quadra'
De 'cansá' 'inté' a cuscada...
E na boca da picada
Um touro berra e se arrima,
Chairando as armas da esgrima
Na macega sapecada!..."
Tem aparte no Pavão,
Bicheira no Canta Galo,
Mas eu vou bem a cavalo
E o resto eu levo no grito!
O mango é só pra bonito
E a espora é sempre um regalo!