Letra de Alma Rural - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Como é Lindo o Meu Rio Grande
02
Légua e Pico...
03
Amanhecido
04
Era Assim Naquele Tempo...
05
Se Ajusta um Peão Campeiro
06
Arte, Coragem e Bravura
07
Pica-pau Papo Amarelo
08
Não Estava pra Peleia
09
No Rastro da Lua Grande
10
A Minha Voz
11
Eu Não Refugo Bolada
12
Só Por Fula
13
Alma Rural
14
Do Pavão ao Canta Galo
15
Um Dia Comum
16
Gaudério
Alma Rural
Resto de tarde, sol desbotado, volta de campo
De goela aberta, grita um tajã junto ao lagoão
Bocal froxito num zaino negro, naco de pampa
Pingo de estampa que ando costeando pras precisão.
Uma milonga, das bem antigas, do velho gildo
Sai num silbido e ganha vida ao céu da invernada
Meu ovelheiro bajo el estrivo troteia largo
Um irmão que trago comigo nas campereadas.
No horizonte assoma um vulto, rancho campeiro...
Meu paradeiro, templo crioulo, altar sem luxo
Quanto mais perto, mais me liberto aqui neste fundo
Um fim de mundo, mas pago bueno... Dos mais gaúchos.
Boleio a perna num galpãozito de quatro esteios
Saco os arreios e lavo o lombo do meu bagual
De fogo aceso, encho a cambona pra um mate novo
Que eu sou de um povo de jeito simples e alma rural.
A noite desce e junto com ela, sombras e amores
Grilos cantores e pirilampos clareando a paz
Enquanto o palheiro vai se esvaindo pela fumaça
Eu acho graça dos movimentos que o tempo faz.
Troveja longe... Se vira o vento, talvez garoe
Deu numa rádio, que vem se armando de sopetão
Folgo meu potro e por desaforo ajeito uns tentos. Resto de tarde, sol desbotado, volta de campo
De goela aberta, grita um tajã junto ao lagoão
Bocal froxito num zaino negro, naco de pampa
Pingo de estampa que ando costeando pras precisão.
Uma milonga, das bem antigas, do velho gildo
Sai num silbido e ganha vida ao céu da invernada
Meu ovelheiro bajo el estrivo troteia largo
Um irmão que trago comigo nas campereadas.
No horizonte assoma um vulto, rancho campeiro...
Meu paradeiro, templo crioulo, altar sem luxo
Quanto mais perto, mais me liberto aqui neste fundo
Um fim de mundo, mas pago bueno... Dos mais gaúchos.
Boleio a perna num galpãozito de quatro esteios
Saco os arreios e lavo o lombo do meu bagual
De fogo aceso, encho a cambona pra um mate novo
Que eu sou de um povo de jeito simples e alma rural.
A noite desce e junto com ela, sombras e amores
Grilos cantores e pirilampos clareando a paz
Enquanto o palheiro vai se esvaindo pela fumaça
Eu acho graça dos movimentos que o tempo faz.
Troveja longe... Se vira o vento, talvez garoe
Deu numa rádio, que vem se armando de sopetão
Folgo meu potro e por desaforo ajeito uns tentos.r
De goela aberta, grita um tajã junto ao lagoão
Bocal froxito num zaino negro, naco de pampa
Pingo de estampa que ando costeando pras precisão.
Uma milonga, das bem antigas, do velho gildo
Sai num silbido e ganha vida ao céu da invernada
Meu ovelheiro bajo el estrivo troteia largo
Um irmão que trago comigo nas campereadas.
No horizonte assoma um vulto, rancho campeiro...
Meu paradeiro, templo crioulo, altar sem luxo
Quanto mais perto, mais me liberto aqui neste fundo
Um fim de mundo, mas pago bueno... Dos mais gaúchos.
Boleio a perna num galpãozito de quatro esteios
Saco os arreios e lavo o lombo do meu bagual
De fogo aceso, encho a cambona pra um mate novo
Que eu sou de um povo de jeito simples e alma rural.
A noite desce e junto com ela, sombras e amores
Grilos cantores e pirilampos clareando a paz
Enquanto o palheiro vai se esvaindo pela fumaça
Eu acho graça dos movimentos que o tempo faz.
Troveja longe... Se vira o vento, talvez garoe
Deu numa rádio, que vem se armando de sopetão
Folgo meu potro e por desaforo ajeito uns tentos. Resto de tarde, sol desbotado, volta de campo
De goela aberta, grita um tajã junto ao lagoão
Bocal froxito num zaino negro, naco de pampa
Pingo de estampa que ando costeando pras precisão.
Uma milonga, das bem antigas, do velho gildo
Sai num silbido e ganha vida ao céu da invernada
Meu ovelheiro bajo el estrivo troteia largo
Um irmão que trago comigo nas campereadas.
No horizonte assoma um vulto, rancho campeiro...
Meu paradeiro, templo crioulo, altar sem luxo
Quanto mais perto, mais me liberto aqui neste fundo
Um fim de mundo, mas pago bueno... Dos mais gaúchos.
Boleio a perna num galpãozito de quatro esteios
Saco os arreios e lavo o lombo do meu bagual
De fogo aceso, encho a cambona pra um mate novo
Que eu sou de um povo de jeito simples e alma rural.
A noite desce e junto com ela, sombras e amores
Grilos cantores e pirilampos clareando a paz
Enquanto o palheiro vai se esvaindo pela fumaça
Eu acho graça dos movimentos que o tempo faz.
Troveja longe... Se vira o vento, talvez garoe
Deu numa rádio, que vem se armando de sopetão
Folgo meu potro e por desaforo ajeito uns tentos.r