Letra de Pelego Branco - Jones Andrei Vieira
Disco A
01
Kilometro 11
02
De Serrano Pra Serrano
03
Aos Olhos De Um Guri
04
A Alma do Velho Tropeiro
05
El Choclo
06
Quatro Tentos Da Pampa
07
Mau Jeito Na Alma
08
Acordes De Minh"alma
09
Añorando
10
Tranco Apojado Da Alma
11
Campeando Passados
12
La Cumparsita | Adios Nonino
13
Pura Folha
14
Pelego Branco
15
Candeeiro Teimoso
16
Bugio Dos "macaco"
Pelego Branco
Estou lembrando do meu tempo de mocinho
Quando sozinho comecei ir ao povoado
O meu cavalo era o zaino malacara
De crinas longas e cascos bem aparados
Meu pai amigo me recomendava sempre
Enfrente a vida sendo honesto e franco
E pra viver bem montado no lombilho
Me presenteou um lindo pelego branco
(pelego branco do carneiro mais bonito
Essa relíquia desde então comigo vai
Pelego branco que eu sempre contarei
Com a brancura da alma do meu pai)
Por tantas vezes eu montado no meu pingo
Pelos domingos saía a passear
Me exibia com o meu pelego branco
Causando encanto nas meninas do lugar
Era a vida despertando em alvoradas
Com namoradas todas cheias de encantos
E foram tantas que realizaram sonhos
No aconchego deste meu pelego branco
(pelego branco do carneiro mais bonito
Essa relíquia desde então comigo vai
Pelego branco que eu sempre contarei
Com a brancura da alma do meu pai)
O tempo passa tão depressa em nossa vida
Nessa corrida eu também envelheci
Mas conservei meu lindo pelego branco
O qual agora presenteei pro meu guri
Eu quero ver o meu filho orgulhoso
Sair garboso sobre esse pelego branco
E eu repetindo as palavras do meu pai
Enfrente a vida sendo honesto e franco
(pelego branco do carneiro mais bonito
Essa relíquia desde então comigo vai
Pelego branco que eu sempre contarei
Com a brancura da alma do meu pai)
Quando sozinho comecei ir ao povoado
O meu cavalo era o zaino malacara
De crinas longas e cascos bem aparados
Meu pai amigo me recomendava sempre
Enfrente a vida sendo honesto e franco
E pra viver bem montado no lombilho
Me presenteou um lindo pelego branco
(pelego branco do carneiro mais bonito
Essa relíquia desde então comigo vai
Pelego branco que eu sempre contarei
Com a brancura da alma do meu pai)
Por tantas vezes eu montado no meu pingo
Pelos domingos saía a passear
Me exibia com o meu pelego branco
Causando encanto nas meninas do lugar
Era a vida despertando em alvoradas
Com namoradas todas cheias de encantos
E foram tantas que realizaram sonhos
No aconchego deste meu pelego branco
(pelego branco do carneiro mais bonito
Essa relíquia desde então comigo vai
Pelego branco que eu sempre contarei
Com a brancura da alma do meu pai)
O tempo passa tão depressa em nossa vida
Nessa corrida eu também envelheci
Mas conservei meu lindo pelego branco
O qual agora presenteei pro meu guri
Eu quero ver o meu filho orgulhoso
Sair garboso sobre esse pelego branco
E eu repetindo as palavras do meu pai
Enfrente a vida sendo honesto e franco
(pelego branco do carneiro mais bonito
Essa relíquia desde então comigo vai
Pelego branco que eu sempre contarei
Com a brancura da alma do meu pai)