Letra de A Alma do Velho Tropeiro - Jones Andrei Vieira
Disco A
01
Kilometro 11
02
De Serrano Pra Serrano
03
Aos Olhos De Um Guri
04
A Alma do Velho Tropeiro
05
El Choclo
06
Quatro Tentos Da Pampa
07
Mau Jeito Na Alma
08
Acordes De Minh"alma
09
Añorando
10
Tranco Apojado Da Alma
11
Campeando Passados
12
La Cumparsita | Adios Nonino
13
Pura Folha
14
Pelego Branco
15
Candeeiro Teimoso
16
Bugio Dos "macaco"
A Alma do Velho Tropeiro
A estampa serrana se acampa estende-se a tropa na serra
Um retrato um pedaço de céu faz moldura na minha janela
R3voam gralhase curucacas refletindo matizes nas fontes
Vem o tropeiro culatreando o sustendo abas largas tapeando o horizonte
Na memoria terrunha dos galpoes falquejando a existencia
Fazendo culto a raça tropeira, pois herdou esta procedencia
Sua alma é sinuelo banhada de prata é estalo de reio, liga de bruaca
Cangalha do tempo atada a capricho no lombo do vento forjando as patacas
Ouve sincerros e casco de mulas tordilho do tempo e alma estropeada
Nas retinas do velho tropeiro passa boi e passa boiada
Um fogo de angico nas tardes de junho ilumina o espelho das aguadas
Amadrinhando tropas de sonhos se faz ponteiro pra leguas de estrada
O galpao se enche de luz vem tropeiro gritando hô de casa
Encosta a tropa parceiro charque gordo e boa aguada
O galpao vazio emudece e atropa estoura na estrada
Nem relincho nem berro de gado só o lume da alma nas brasas
Um retrato um pedaço de céu faz moldura na minha janela
R3voam gralhase curucacas refletindo matizes nas fontes
Vem o tropeiro culatreando o sustendo abas largas tapeando o horizonte
Na memoria terrunha dos galpoes falquejando a existencia
Fazendo culto a raça tropeira, pois herdou esta procedencia
Sua alma é sinuelo banhada de prata é estalo de reio, liga de bruaca
Cangalha do tempo atada a capricho no lombo do vento forjando as patacas
Ouve sincerros e casco de mulas tordilho do tempo e alma estropeada
Nas retinas do velho tropeiro passa boi e passa boiada
Um fogo de angico nas tardes de junho ilumina o espelho das aguadas
Amadrinhando tropas de sonhos se faz ponteiro pra leguas de estrada
O galpao se enche de luz vem tropeiro gritando hô de casa
Encosta a tropa parceiro charque gordo e boa aguada
O galpao vazio emudece e atropa estoura na estrada
Nem relincho nem berro de gado só o lume da alma nas brasas