Letra de Barranca E Fronteira - Fogo de Chão
Fogo de Chão
CD 15 anos 2002
Disco A
01
Me Bate Que Eu Me Apaixono
02
Tchau Amor
03
Esquadrilha da Fumaça
04
Sapecando A Vanera
05
Nego Adão
06
Barranca E Fronteira
07
Entre Amigos
08
Bailantas Da Fronteira
09
Coração Carente
10
Alma De Jagunço
11
Sou Parceiro
12
Pampa
13
Queixo Duro
14
Por Rebeldia
15
Carreteando A Saudade
16
Dia A Dia
17
Tropeiro Velho
18
Estouro De Tropa
19
Décima Do Porto Baio
20
Pout - Pourri - Negrinho Do Pastoreio, Quando Sopra O Minuano, Carnavalito, El Condor Pasa
Barranca E Fronteira
Quando chega o domingo eu encilho o meu pingo que troteando sai
rumo as velhas barrancas de histórias tantas do rio uruguai
eu sou fronteiriço de rédea e caniço o perigo me atrai
sou de uruguaiana de mãe castelhana igual a meu pai
se a terra não é minha se a vida é mesquinha o que se há de fazer
mas o sonho nasceu e o rio se fez meu e nele vou descer
pra encontrar quem me espera morena sincera que é meu bem querer
meu momento é ai no chão onde eu nasci e onde eu vou morrer
tenho o verde dos campos nos teus olhos
e um feitiço maleva que é puro veneno do caminhar
uma noite serena adormece morena em teus cabelos
e o seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar
tristeza e alegria são meu dia-a-dia já me acostumei
sou de campo e de rio tenha sol, faça frio lá domingo estarei
barranca e fronteira canha brasileira assim me criei
com carinho nos braços galopo meus passos e me torno um rei
hoje meu dia-a-dia só tem alegrias tristezas deixei
encontrei na verdade a outra metade que tanto busquei
barranca e fronteira canha brasileira feliz estarei
com carinho nos braços da prenda os abraços e me sinto um rei
rumo as velhas barrancas de histórias tantas do rio uruguai
eu sou fronteiriço de rédea e caniço o perigo me atrai
sou de uruguaiana de mãe castelhana igual a meu pai
se a terra não é minha se a vida é mesquinha o que se há de fazer
mas o sonho nasceu e o rio se fez meu e nele vou descer
pra encontrar quem me espera morena sincera que é meu bem querer
meu momento é ai no chão onde eu nasci e onde eu vou morrer
tenho o verde dos campos nos teus olhos
e um feitiço maleva que é puro veneno do caminhar
uma noite serena adormece morena em teus cabelos
e o seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar
tristeza e alegria são meu dia-a-dia já me acostumei
sou de campo e de rio tenha sol, faça frio lá domingo estarei
barranca e fronteira canha brasileira assim me criei
com carinho nos braços galopo meus passos e me torno um rei
hoje meu dia-a-dia só tem alegrias tristezas deixei
encontrei na verdade a outra metade que tanto busquei
barranca e fronteira canha brasileira feliz estarei
com carinho nos braços da prenda os abraços e me sinto um rei