Letra de Gaúcho - Fogo de Chão

Gaúcho

De vez em quando uma saudade me desperta
Meu velho pingo eu encilho no galpão
Bombacha larga, tapeia um chapéu na testa
E me bandeio para os campos da ilusão
Lembro dos tempos dos clarins e dos relinchos
E dos farrapos estendidos pelo chão
Numa coxilha me sinto ainda menino
De peito aberto e lança firme na mão
Eu sou serrano, sou monarca, sou caudilho
E pela raça, ainda sigo peleando
Disposto e pronto para defender meu pago
De contra o tempo, meu verso sigo cantando

Sou gaúcho do pontão
Não tenho marca, nem sinal,
Sou pêlo duro
E trago atado nos tentos o amor pelo meu chão

Nasci num rancho e me criei pela campanha
Tendo os pelegos e o meu pala como abrigo
Banco e não corro do bicho sem ver o pêlo
Também não nego nunca a mão para um amigo
Pelas andanças, atravessei muitos pagos
E sei decor os caminhos dessas lonjuras
No meu costado vai o rio grande do sul
E em minhas veias o velho sangue charrua
Expressões Regionais nesta letra

Mais álbuns de Fogo de Chão

Capa do álbum Os Grandes Sucessos
LP 1989
Fogo de Chão
Os Grandes Sucessos
Capa do álbum A Voz do Pampa
CD 1993
Fogo de Chão
A Voz do Pampa
Capa do álbum Entre amigos
CD 1996
Fogo de Chão
Entre amigos
Capa do álbum O Som do Sul
CD 1997
Fogo de Chão
O Som do Sul
Capa do álbum Coletânea
CD 1998
Fogo de Chão
Coletânea
Capa do álbum Coração Carente
CD 1999
Fogo de Chão
Coração Carente
Capa do álbum Tchau amor
CD 2000
Fogo de Chão
Tchau amor
Capa do álbum 15 anos
CD 2002
Fogo de Chão
15 anos
Capa do álbum No Toque da Sanfona
CD 2004
Fogo de Chão
No Toque da Sanfona
Capa do álbum Bem Campeiro e Fandangueiro
CD 2010
Fogo de Chão
Bem Campeiro e Fandangueiro
Capa do álbum Vida Gaúcha
CD 2013
Fogo de Chão
Vida Gaúcha
Capa do álbum Volume 02
CD 1995
Fogo de Chão
Volume 02
Capa do álbum Volume 03
CD 1998
Fogo de Chão
Volume 03
Capa do álbum Volume 04
CD 1998
Fogo de Chão
Volume 04