Letra de Pé no Estribo - Grupo Quero Quero
Disco A
01
Abertura - Hino Rio-grandense - Hino da Independência
02
Pra Te Divertir
03
Balanço Bom
04
Gostava Tanto de Você
05
Amiga Especial
06
Eu Me Apaixonei
07
Caça e Caçador
08
Os Bonitão
09
No Banquinho
10
Luar do Sertão
11
Burbujas De Amor
12
Bem Da Moda Antiga
13
Pout-pourri - Os Homens De Preto - Chimarrita - A Xula - O Tatu
14
Entrando no Bororé
15
Pé no Estribo
16
Rastro da História
17
Alerta
18
Ela é de Arrazar
19
Vanera Pra Mim
20
Eu Sou Teu Amor
21
Morena Brasileira
22
Ela Chorou de Amor
Pé no Estribo
Um dia partiu o pingo se foi não me lembro quando
Fiquei banido lá fora era um bandido sem bando
Eu era um pé sem espora com a vida me atropelando
Saia e bebia uns vinhos pra ver a vida voando
Te via pelo caminho perdido me procurando
E não tem nada mais lindo do que um amigo voltando
(por isso digo aos meus dias que escorrem pelo gargalo
Vou viver com o pé no estribo quando encontrar meu cavalo)
A cerca guarda no grampo alguma crina de cola
Gaúcho não anda pé se anda não se consola
Até a lembrança de um potro me deixa um tanto pachola
O potro era da fazenda reiúno mesmo só eu
Que passo a vida encilhando cavalos que não são meus
E quando ganho um relincho lhes digo graças a deus
O patrão vendeu o potro como quem apaga um pucho
Um peão nunca diz nada sentir saudades já é um luxo
Anda um cavalo a esta hora com saudades de um gaúcho
Me deixem seguir buscando por estes campitos ralos
Dormir em cima da encilha só pra acordar com os galos
E andar cantando o rio grande só pra esperar meu cavalo
Fiquei banido lá fora era um bandido sem bando
Eu era um pé sem espora com a vida me atropelando
Saia e bebia uns vinhos pra ver a vida voando
Te via pelo caminho perdido me procurando
E não tem nada mais lindo do que um amigo voltando
(por isso digo aos meus dias que escorrem pelo gargalo
Vou viver com o pé no estribo quando encontrar meu cavalo)
A cerca guarda no grampo alguma crina de cola
Gaúcho não anda pé se anda não se consola
Até a lembrança de um potro me deixa um tanto pachola
O potro era da fazenda reiúno mesmo só eu
Que passo a vida encilhando cavalos que não são meus
E quando ganho um relincho lhes digo graças a deus
O patrão vendeu o potro como quem apaga um pucho
Um peão nunca diz nada sentir saudades já é um luxo
Anda um cavalo a esta hora com saudades de um gaúcho
Me deixem seguir buscando por estes campitos ralos
Dormir em cima da encilha só pra acordar com os galos
E andar cantando o rio grande só pra esperar meu cavalo