Letra de Entrando no Bororé - Grupo Quero Quero
Disco A
01
Abertura - Hino Rio-grandense - Hino da Independência
02
Pra Te Divertir
03
Balanço Bom
04
Gostava Tanto de Você
05
Amiga Especial
06
Eu Me Apaixonei
07
Caça e Caçador
08
Os Bonitão
09
No Banquinho
10
Luar do Sertão
11
Burbujas De Amor
12
Bem Da Moda Antiga
13
Pout-pourri - Os Homens De Preto - Chimarrita - A Xula - O Tatu
14
Entrando no Bororé
15
Pé no Estribo
16
Rastro da História
17
Alerta
18
Ela é de Arrazar
19
Vanera Pra Mim
20
Eu Sou Teu Amor
21
Morena Brasileira
22
Ela Chorou de Amor
Entrando no Bororé
Lá vem o vito solito, entrando no bororé
E o cusco brasino ao tranco, na sombra do pangaré
Chapéu grande, lenço negro, jeitão calmo de quem chega
A tarde em tons de aquarela, lembra um quadro do berega
Um flete troteando, alerta, bufa e se nega pra os lados
E uma perdiz se degola no último fio do alambrado
Apeia na cruz da estrada e o seu olhar se enfumaça
Saca o sombrero em silêncio, por respeito à sua raça
Lá vem o rio grande a cavalo, entrando no bororé
Lá vem o Rio Grande a cavalo, que bonito que ele é
Procura à volta do pingo e alça o corpo sem receio
Enquanto uma borboleta senta na perna do freio
Inté interte o cristão que se cruza campo a fora
Mirar a garça matreira no seu pala cor de aurora
Pois lá num rancho de leiva que ele ergueu com seu suor
Fica o sonho por metade de quem vive sem amor
Num suave bater de asas, cruza um bando, sem alarde
E as garças e o vitor somem lá na lonjura da tarde
E o cusco brasino ao tranco, na sombra do pangaré
Chapéu grande, lenço negro, jeitão calmo de quem chega
A tarde em tons de aquarela, lembra um quadro do berega
Um flete troteando, alerta, bufa e se nega pra os lados
E uma perdiz se degola no último fio do alambrado
Apeia na cruz da estrada e o seu olhar se enfumaça
Saca o sombrero em silêncio, por respeito à sua raça
Lá vem o rio grande a cavalo, entrando no bororé
Lá vem o Rio Grande a cavalo, que bonito que ele é
Procura à volta do pingo e alça o corpo sem receio
Enquanto uma borboleta senta na perna do freio
Inté interte o cristão que se cruza campo a fora
Mirar a garça matreira no seu pala cor de aurora
Pois lá num rancho de leiva que ele ergueu com seu suor
Fica o sonho por metade de quem vive sem amor
Num suave bater de asas, cruza um bando, sem alarde
E as garças e o vitor somem lá na lonjura da tarde