Letra de Canto Dos Livres - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Abraço De Um Missioneiro
02
Fronteiros
03
Missioneiro Da Moda Antiga
04
Balseiros Do Rio Uruguai
05
Bailanta Da Alpargata
06
Rio Uruguai
07
Só Por Gauchada
08
Um Grito De Alerta
09
Canto Pra Um Missioneiro
10
Bailanta, Chamamés E Barranqueiros
11
Pra Que Saibam Quem Eu Sou
12
Oh De Casa
13
Aurora Da Liberdade
14
Cheio De Saudade
15
Canto Dos Livres
16
Estilo Campeiro
Canto Dos Livres
Se meu destino é cantar, eu canto, meu mundo é mais que chorar, não choro
a vida é mais do que pranto, é um sonho com matizes sonoros.
hay os que cantam desditas de amores, por conveniência agradando senhores
mas os que vivem a cantar sem patrão, tocam nas cordas do seu coração
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer
quisera um dia cantar com o povo
um canto simples de amor e verdade,
que não falasse em miséria nem guerra
nem precisasse clamar liberdade.
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar. solo:
quisera ter a alegria dos pássaros, na sinfonia do alvorecer
e cantar para anunciar quando vem chuva e avisar que já vai anoitecer
e ao chegar a primavera com as flores, cantar um hino de paz e beleza
longe da prisão dos homens e da fome pra nunca cantar tristeza
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar.
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer
(
se meu destino é cantar, eu canto, meu mundo é mais que chorar, não choro
a vida é mais do que pranto, é um sonho com matizes sonoros.
hay os que cantam desditas de amores, por conveniência agradando senhores
mas os que vivem a cantar sem patrão, tocam nas cordas do seu coração
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer
quisera um dia cantar com o povo
um canto simples de amor e verdade,
que não falasse em miséria nem guerra
nem precisasse clamar liberdade.
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar. solo:
quisera ter a alegria dos pássaros, na sinfonia do alvorecer
e cantar para anunciar quando vem chuva e avisar que já vai anoitecer
e ao chegar a primavera com as flores, cantar um hino de paz e beleza
longe da prisão dos homens e da fome pra nunca cantar tristeza
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar.
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer
a vida é mais do que pranto, é um sonho com matizes sonoros.
hay os que cantam desditas de amores, por conveniência agradando senhores
mas os que vivem a cantar sem patrão, tocam nas cordas do seu coração
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer
quisera um dia cantar com o povo
um canto simples de amor e verdade,
que não falasse em miséria nem guerra
nem precisasse clamar liberdade.
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar. solo:
quisera ter a alegria dos pássaros, na sinfonia do alvorecer
e cantar para anunciar quando vem chuva e avisar que já vai anoitecer
e ao chegar a primavera com as flores, cantar um hino de paz e beleza
longe da prisão dos homens e da fome pra nunca cantar tristeza
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar.
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer
(
se meu destino é cantar, eu canto, meu mundo é mais que chorar, não choro
a vida é mais do que pranto, é um sonho com matizes sonoros.
hay os que cantam desditas de amores, por conveniência agradando senhores
mas os que vivem a cantar sem patrão, tocam nas cordas do seu coração
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer
quisera um dia cantar com o povo
um canto simples de amor e verdade,
que não falasse em miséria nem guerra
nem precisasse clamar liberdade.
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar. solo:
quisera ter a alegria dos pássaros, na sinfonia do alvorecer
e cantar para anunciar quando vem chuva e avisar que já vai anoitecer
e ao chegar a primavera com as flores, cantar um hino de paz e beleza
longe da prisão dos homens e da fome pra nunca cantar tristeza
no cantar de quem é livre, hay melodia de paz
horizontes de ternura, nesta poesia de andar.
quem canta refresca a alma, cantar adoça o viver
assim eu vivo cantando, pra aliviar meu padecer