Letra de Querência, Tempo e Ausência - Jari Terres
Disco A
01
Alma de Estância e Querência
02
Os Cataventos do Tempo
03
Alma Estradeira
04
Filosofia de Galpão
05
Fronteiro de Alma e Pampa
06
Querência, Tempo e Ausência
07
Romance do Esquilador
08
A Don Federico Viejo
09
A Hora do Canto Novo
10
Coplas Pra Um Galpão De Estância
11
No Compasso do Meu Mundo
12
Changueiro de Vida e Lida
13
Alma de Ferro
14
Em Recoluta
Querência, Tempo e Ausência
No cartão de procedência
Pouco importa onde nasci
Busquei rumo e me perdi
Querência minha querência
Desde então me chamo ausência
Porque me apartei de ti
Como um cavaleiro andante
Das léguas que caminhava
Sempre que me aproximava
Dos sonhos correndo adiante
Mas me sentia distante
Daquilo que procurava
Quem vira mundo não para
Nem tão pouco desanima
Há uma lei que vem de cima
Na estrada do tapejara
Tempo que nos separa
É que mais nos aproxima
Quem vira mundo não para
Nem tão pouco desanima
E neste andejar em frente
Sem procurar recompensa
Fui vendo na diferença
Entre passado e presente
Que a lembrança de um ausente
Tem mais força que a presença
Já no final da existência
Saudade tempo e distancia
Pra conservar a fragrância
Da primitiva inocência
Me tornei canto de ausência
Querência da minha infância
Quem vira mundo não para...
Pouco importa onde nasci
Busquei rumo e me perdi
Querência minha querência
Desde então me chamo ausência
Porque me apartei de ti
Como um cavaleiro andante
Das léguas que caminhava
Sempre que me aproximava
Dos sonhos correndo adiante
Mas me sentia distante
Daquilo que procurava
Quem vira mundo não para
Nem tão pouco desanima
Há uma lei que vem de cima
Na estrada do tapejara
Tempo que nos separa
É que mais nos aproxima
Quem vira mundo não para
Nem tão pouco desanima
E neste andejar em frente
Sem procurar recompensa
Fui vendo na diferença
Entre passado e presente
Que a lembrança de um ausente
Tem mais força que a presença
Já no final da existência
Saudade tempo e distancia
Pra conservar a fragrância
Da primitiva inocência
Me tornei canto de ausência
Querência da minha infância
Quem vira mundo não para...