Letra de Canto De Paz - Wilson Paim
Lado A
01
Uma Canção Para Minha Prenda
02
Momentos
03
Somos Hermanos
04
Senhorita
05
As Rosas Não Falam
06
Cantiga Para Um Velho Peão
07
Sonho Carancho
08
Mensagem
09
Sina De Pescador
10
Meu Pé De Serra
11
Vitória Régia
12
Canto De Paz
13
Chasque Campeiro
14
Uma Canção Pra Vacaria
15
Martim Pescador
Canto De Paz
Auras de paz solvejando a grande pampa
A tarde morna descampando no aprisco
Os passarinhos se aninhando nas ramagens
Uma bela nuvem namorando ocaso arisco
Quando o sol vem despedir-se no horizonte
Preteando o verde ondulário lá da serra
Com os matizes deslumbrantes do poente
Nesse momento esquecemos que existem guerras
(Refrão)
Canto de paz sugere a rola se aninhando
E a natureza é um belo ninho de querer
Se os governantes sancionassem bem querênças
Nos parlamentos das ganâncias do poder
Nos parlamentos das ganâncias do poder
Emponchado de lembranças fascinantes
Chega a saudade repontando o entardecer
Cochilo a noite em suaves ressonâncias
Buscando a vida em cada novo amanhecer
Arrinconado no aconchego de mim mesmo
Eu adormeço sobre o capre das lembranças
Embalo o sono de homens livres da miséria
Alicerçados na pureza das crianças
(Repete o Refrão)
Nos parlamentos das ganâncias do poder.
A tarde morna descampando no aprisco
Os passarinhos se aninhando nas ramagens
Uma bela nuvem namorando ocaso arisco
Quando o sol vem despedir-se no horizonte
Preteando o verde ondulário lá da serra
Com os matizes deslumbrantes do poente
Nesse momento esquecemos que existem guerras
(Refrão)
Canto de paz sugere a rola se aninhando
E a natureza é um belo ninho de querer
Se os governantes sancionassem bem querênças
Nos parlamentos das ganâncias do poder
Nos parlamentos das ganâncias do poder
Emponchado de lembranças fascinantes
Chega a saudade repontando o entardecer
Cochilo a noite em suaves ressonâncias
Buscando a vida em cada novo amanhecer
Arrinconado no aconchego de mim mesmo
Eu adormeço sobre o capre das lembranças
Embalo o sono de homens livres da miséria
Alicerçados na pureza das crianças
(Repete o Refrão)
Nos parlamentos das ganâncias do poder.