Letra de Sina De Pescador - Wilson Paim
Lado A
01
Uma Canção Para Minha Prenda
02
Momentos
03
Somos Hermanos
04
Senhorita
05
As Rosas Não Falam
06
Cantiga Para Um Velho Peão
07
Sonho Carancho
08
Mensagem
09
Sina De Pescador
10
Meu Pé De Serra
11
Vitória Régia
12
Canto De Paz
13
Chasque Campeiro
14
Uma Canção Pra Vacaria
15
Martim Pescador
Sina De Pescador
Nem tem um dia ressurgiu a trotezito
Muita alegria alimentando o lar costeiro
O pescador tomava as tralhas de labuta
Cantarolando ia ao rumo de um pesqueiro
Tocando o barco se perdia na distância
Num vai e vem como a formiga cortadeira
Fisgando peixes, alimento para o rancho
Enquanto a amada a trabalhar de lavadeira
Fisgando peixes, alimento para o rancho
Enquanto a amada a trabalhar de lavadeira
Ondas traiçoeiras negaceiam pescadores
Lá muito além buscando pão para o sustento
De dura arena, de contendas, de gigantes
Vencendo as águas, o rigor e o relento
Ouviu-se o canto da coruja em mal agouro
Num fim de tarde e aquele barco não chegou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
O sol se põe na costeira vigilante
Anos a fio mirando as águas em sua dor
Um pirilampo traz a noite no cabresto
E aquele barco nunca traz o seu amor
E aquele barco nunca traz o seu amor
Ondas traiçoeiras negaceiam pescadores
Lá muito além buscando pão para o sustento
De dura arena, de contendas de gigantes
Vencendo as águas o rigor e o relento
Ouviu-se o canto da coruja em mal agouro
Num fim de tarde e aquele barco não chegou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
O sol se põe na costeira vigilante
Anos a fio mirando as águas em sua dor
Um pirilampo traz a noite no cabresto
E aquele barco nunca traz o seu amor
Um pirilampo traz a noite no cabresto
E aquele barco nunca traz o seu amor
Nem mesmo um dia ressurgindo a trotezito
E aquele barco nunca traz o seu amor
Muita alegria alimentando o lar costeiro
O pescador tomava as tralhas de labuta
Cantarolando ia ao rumo de um pesqueiro
Tocando o barco se perdia na distância
Num vai e vem como a formiga cortadeira
Fisgando peixes, alimento para o rancho
Enquanto a amada a trabalhar de lavadeira
Fisgando peixes, alimento para o rancho
Enquanto a amada a trabalhar de lavadeira
Ondas traiçoeiras negaceiam pescadores
Lá muito além buscando pão para o sustento
De dura arena, de contendas, de gigantes
Vencendo as águas, o rigor e o relento
Ouviu-se o canto da coruja em mal agouro
Num fim de tarde e aquele barco não chegou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
O sol se põe na costeira vigilante
Anos a fio mirando as águas em sua dor
Um pirilampo traz a noite no cabresto
E aquele barco nunca traz o seu amor
E aquele barco nunca traz o seu amor
Ondas traiçoeiras negaceiam pescadores
Lá muito além buscando pão para o sustento
De dura arena, de contendas de gigantes
Vencendo as águas o rigor e o relento
Ouviu-se o canto da coruja em mal agouro
Num fim de tarde e aquele barco não chegou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
E a lavadeira deitou olhos sobre as águas
Montou vigília e seu amado não voltou
O sol se põe na costeira vigilante
Anos a fio mirando as águas em sua dor
Um pirilampo traz a noite no cabresto
E aquele barco nunca traz o seu amor
Um pirilampo traz a noite no cabresto
E aquele barco nunca traz o seu amor
Nem mesmo um dia ressurgindo a trotezito
E aquele barco nunca traz o seu amor