Letra de Pelos Fogões - Wilson Paim
Disco A
01
Um Canto De Amor Apenas
02
Retorno
03
Ainda Existe Um Lugar
04
Pelos Fogões
05
Um Pito
06
Era Primavera
07
Nacos De Apego
08
Testamento De Peão
09
Conselhos
10
Trem De Lata
11
Sonho De Porcelana
12
Tormento
13
Táta (pai)
14
Cidadão
15
Paixão Campesina
16
Flor de Corticeira
17
A Rosa E O Beija-flor
Pelos Fogões
Nas vozes que remontam primaveras
E levam seus caudais de galhardia
Renascem das veredas novos queras
Ponteando correntezas de poesia
Ponteando correntezas de poesia,
(Poesia, poesia)
Pois lá pelos fogões a campo fora
Retratam os gaudérios na amplidão
E acordam com acordes de atavismo
Um canto que tem alma e coração
Um canto que tem alma e coração,
(Coração)
(E igual quando o gaiteiro espicha o olhar
Pra verdejar visões com o velho Taita
E traz o sentimento sem idade
Do fundo da invernada, da sua gaita
São olhos que povoam-se de estrelas
Banhando a luz do imenso firmamento
Pra preservar no pampa as ressonâncias
Dos nativos nos fogões de acampamento
De acampamento)
E os versos que adentram nas moradas
Se mesclam aos apelos das imagens
Mocitos fogoneando um tempo novo
De paz e telurismo nas mensagens
De paz e telurismo nas mensagens,
(Nas mensagens, nas mensagens)
É a hora em que se abancam irmanados
Reunidas almas gêmeas pra matear
E projetar nas vozes suas raízes
No rumo de um eterno despertar
No rumo de um eterno despertar,
(Despertar)
(E igual quando o gaiteiro espicha o olhar
Pra verdejar visões com o velho Taita
E traz o sentimento sem idade
Do fundo da invernada, da sua gaita
São olhos que povoam-se de estrelas
Banhando a luz do imenso firmamento
Pra preservar no pampa as ressonâncias
Dos nativos nos fogões de acampamento
De acampamento)
E levam seus caudais de galhardia
Renascem das veredas novos queras
Ponteando correntezas de poesia
Ponteando correntezas de poesia,
(Poesia, poesia)
Pois lá pelos fogões a campo fora
Retratam os gaudérios na amplidão
E acordam com acordes de atavismo
Um canto que tem alma e coração
Um canto que tem alma e coração,
(Coração)
(E igual quando o gaiteiro espicha o olhar
Pra verdejar visões com o velho Taita
E traz o sentimento sem idade
Do fundo da invernada, da sua gaita
São olhos que povoam-se de estrelas
Banhando a luz do imenso firmamento
Pra preservar no pampa as ressonâncias
Dos nativos nos fogões de acampamento
De acampamento)
E os versos que adentram nas moradas
Se mesclam aos apelos das imagens
Mocitos fogoneando um tempo novo
De paz e telurismo nas mensagens
De paz e telurismo nas mensagens,
(Nas mensagens, nas mensagens)
É a hora em que se abancam irmanados
Reunidas almas gêmeas pra matear
E projetar nas vozes suas raízes
No rumo de um eterno despertar
No rumo de um eterno despertar,
(Despertar)
(E igual quando o gaiteiro espicha o olhar
Pra verdejar visões com o velho Taita
E traz o sentimento sem idade
Do fundo da invernada, da sua gaita
São olhos que povoam-se de estrelas
Banhando a luz do imenso firmamento
Pra preservar no pampa as ressonâncias
Dos nativos nos fogões de acampamento
De acampamento)