Letra de Parceirando a Solidão - Wilson Paim
Disco A
01
Uma Sombra de Carreta
02
Carretinha de Papel
03
O Último Trem
04
Lira da Noite
05
Um Canto Pra Minha Flor
06
Eu Sei Porque
07
Prendinha
08
Troveiro das Águas
09
Candeias da Soledade
10
A Menina dos Olhos Bonitos
11
Memórias de um Velho Peão
12
Chimarrão da Saudade
13
Parceirando a Solidão
Parceirando a Solidão
Na beirada de um açude
Parceirando a Solidão
Só o trotear do coração
E o manotear dos ventos
Guitarreio os seus lamentos
Em cada som deste chão
Guitarreio os seus lamentos
Em cada som deste chão
Quisera malhar o tempo
Neste momento solene
Quando esta vida perene
Tem valor absoluto
Cismo até que Deus escuto
Quando a pampa triste geme
Cismo até que Deus escuto
Quando a pampa triste geme
(Refrão)
Um solito devaneio
Entretido em meu cantar
Sinto a vida soluçar
Em tudo que me rodeia
Na relva seca ou na areia
Quando incendeia o luar
Na relva seca ou na areia
Quando incendeia o luar
A noite se arrasta lerda
Toda emponchada em seu manto
Entoando este canto
Almas penadas são rãs
Cantando até que as manhãs
Apaguem os pirilampos
Cantando até que as manhãs
Apaguem os pirilampos
No firmamento as estralas
Entre nuvens vão bailando
Eu por fim vou escutando
Algum som imaginário
Que faz parte do calvário
De quem pensa estar pescando
Que faz parte do calvário
De quem pensa estar pescando
(Repete o Refrão)
Na relva seca ou na areia
Quando incendeia o luar
Parceirando a Solidão
Só o trotear do coração
E o manotear dos ventos
Guitarreio os seus lamentos
Em cada som deste chão
Guitarreio os seus lamentos
Em cada som deste chão
Quisera malhar o tempo
Neste momento solene
Quando esta vida perene
Tem valor absoluto
Cismo até que Deus escuto
Quando a pampa triste geme
Cismo até que Deus escuto
Quando a pampa triste geme
(Refrão)
Um solito devaneio
Entretido em meu cantar
Sinto a vida soluçar
Em tudo que me rodeia
Na relva seca ou na areia
Quando incendeia o luar
Na relva seca ou na areia
Quando incendeia o luar
A noite se arrasta lerda
Toda emponchada em seu manto
Entoando este canto
Almas penadas são rãs
Cantando até que as manhãs
Apaguem os pirilampos
Cantando até que as manhãs
Apaguem os pirilampos
No firmamento as estralas
Entre nuvens vão bailando
Eu por fim vou escutando
Algum som imaginário
Que faz parte do calvário
De quem pensa estar pescando
Que faz parte do calvário
De quem pensa estar pescando
(Repete o Refrão)
Na relva seca ou na areia
Quando incendeia o luar