Letra de Memórias de um Velho Peão - Wilson Paim
Disco A
01
Uma Sombra de Carreta
02
Carretinha de Papel
03
O Último Trem
04
Lira da Noite
05
Um Canto Pra Minha Flor
06
Eu Sei Porque
07
Prendinha
08
Troveiro das Águas
09
Candeias da Soledade
10
A Menina dos Olhos Bonitos
11
Memórias de um Velho Peão
12
Chimarrão da Saudade
13
Parceirando a Solidão
Memórias de um Velho Peão
O açude, veja o enigma
Que o céu reflete nas águas
Um velho lembra o passado
De alegrias e mágoas
Um velho lembra o passado
De alegrias e mágoas
Dos minguados pobres pobres
Na guaiaca desgastada
Do pelego que foi cama
Da poeira que foi estrada
Do pelego que foi cama
Da poeira que foi estrada
(Refrão)
Memórias de um velho peão
Marcadas pela existência
Um dia foram verdades
Hoje são reminiscências
(Repete o Refrão)
Do rancho hoje tapera
Despovoado de matizes
Lembrando vivem quimeras
Reabrindo cicatrizes
Da china que foi paixão
Apaixonadas andanças
Do seu cavalo alazão
Sempre vivo na lembrança
(Repete o Refrão)
Do fogo que já foi lenha
Da lenha que já foi mato
Do trigo que dava o pão
Do pão que hoje é bromato
Do trigo que dava o pão
Do pão que hoje é bromato
Do poncho velho campeiro
Que envelheceu como abrigo
Do cachorro, um ovelheiro
O seu verdadeiro amigo
Do cachorro, um ovelheiro
O seu verdadeiro amigo
(Repete o Refrão 2x)
Um dia foram verdades
Hoje são reminiscências...
Que o céu reflete nas águas
Um velho lembra o passado
De alegrias e mágoas
Um velho lembra o passado
De alegrias e mágoas
Dos minguados pobres pobres
Na guaiaca desgastada
Do pelego que foi cama
Da poeira que foi estrada
Do pelego que foi cama
Da poeira que foi estrada
(Refrão)
Memórias de um velho peão
Marcadas pela existência
Um dia foram verdades
Hoje são reminiscências
(Repete o Refrão)
Do rancho hoje tapera
Despovoado de matizes
Lembrando vivem quimeras
Reabrindo cicatrizes
Da china que foi paixão
Apaixonadas andanças
Do seu cavalo alazão
Sempre vivo na lembrança
(Repete o Refrão)
Do fogo que já foi lenha
Da lenha que já foi mato
Do trigo que dava o pão
Do pão que hoje é bromato
Do trigo que dava o pão
Do pão que hoje é bromato
Do poncho velho campeiro
Que envelheceu como abrigo
Do cachorro, um ovelheiro
O seu verdadeiro amigo
Do cachorro, um ovelheiro
O seu verdadeiro amigo
(Repete o Refrão 2x)
Um dia foram verdades
Hoje são reminiscências...