Letra de Cabanha Toro Passo - César Oliveira e Rogério Melo - Tchê Chaleira
Disco A
01
Abertura
02
Memória Dos Tempos - Omair Trindade
03
Dia Do Gaúcho - Tchê Barbaridade
04
Batendo Água - Os Monarcas
05
Do Tamanho Do Brasil - Chiquito e Bordoneio
06
Serrano Sim Senhor - Os Serranos
07
Um Bagual Corcoveador - Walther Morais
08
De Tanto Pelear - Grupo Rodeio
09
Ave Maria - Mano Lima
10
Morena Brasileira - Quero-quero
11
Cabanha Toro Passo - César Oliveira e Rogério Melo
12
Mãe Campeira - Grupo Querência
13
Bate Coxa No Totonho - Grupo Reponte
14
A Primeira Vez - Délcio Tavares
15
Requebra Marvada
16
Temporal - Cássia Abreu
17
Me Cutuca - Tchê Chaleira
18
Indecisão - Os Galponeiros
19
Vanerão Pra Nega Véia - Balanço Do Tchê
Cabanha Toro Passo - César Oliveira e Rogério Melo
Lindera ao passo velho do Toro Passo
Desde os tempos da linha férrea
Passando o bolicho do Gaiola,
A vida lá fora
Vista do "Arroio do Fundo",
Me cala fundo
Quando apeio ali, na Cabanha Toro Passo
Quando uma milonga fronteira, floreia grongueira, charlando distâncias de campo e de flor, por onde for...
Um tempo novo abre os trabalhos, metendo cavalo, com o pinho nos braços fazendo um fiador, pra alguma dor!
Quando uma milonga marcada, Cutuca por nada mandando a palavra,
"Botá" no serviço a inspiração...
A vista do lombo do arreio,
Chuleia os "terneiro",
A eguada, os "carneiro",
E a cuscada ovelheira no corredor!
Quando uma milonga buenaça
Ponteia lindaça, fazendo fumaça
Pra um chibo estendido n'alguma cruz...
A gente faz tudo que gosta,
Mas só quem se topa, termina na volta;
Deitado nas cordas, ouvindo um violão!
Então tá!!!
Que tal fecha um mate, tocando pro gasto.
Com a alma lavada, cheirando a pasto,
Batendo na marca de um milongão...
Então tá!!!
Que tal quebra o cacho da cola dos planos,
Largar a galope e a todo pano,
Matar a saudade de rir e chorar...
Milonga!!!Milonga!!!
Desde os tempos da linha férrea
Passando o bolicho do Gaiola,
A vida lá fora
Vista do "Arroio do Fundo",
Me cala fundo
Quando apeio ali, na Cabanha Toro Passo
Quando uma milonga fronteira, floreia grongueira, charlando distâncias de campo e de flor, por onde for...
Um tempo novo abre os trabalhos, metendo cavalo, com o pinho nos braços fazendo um fiador, pra alguma dor!
Quando uma milonga marcada, Cutuca por nada mandando a palavra,
"Botá" no serviço a inspiração...
A vista do lombo do arreio,
Chuleia os "terneiro",
A eguada, os "carneiro",
E a cuscada ovelheira no corredor!
Quando uma milonga buenaça
Ponteia lindaça, fazendo fumaça
Pra um chibo estendido n'alguma cruz...
A gente faz tudo que gosta,
Mas só quem se topa, termina na volta;
Deitado nas cordas, ouvindo um violão!
Então tá!!!
Que tal fecha um mate, tocando pro gasto.
Com a alma lavada, cheirando a pasto,
Batendo na marca de um milongão...
Então tá!!!
Que tal quebra o cacho da cola dos planos,
Largar a galope e a todo pano,
Matar a saudade de rir e chorar...
Milonga!!!Milonga!!!