Letra de Memória Dos Tempos - Omair Trindade - Tchê Chaleira
Disco A
01
Abertura
02
Memória Dos Tempos - Omair Trindade
03
Dia Do Gaúcho - Tchê Barbaridade
04
Batendo Água - Os Monarcas
05
Do Tamanho Do Brasil - Chiquito e Bordoneio
06
Serrano Sim Senhor - Os Serranos
07
Um Bagual Corcoveador - Walther Morais
08
De Tanto Pelear - Grupo Rodeio
09
Ave Maria - Mano Lima
10
Morena Brasileira - Quero-quero
11
Cabanha Toro Passo - César Oliveira e Rogério Melo
12
Mãe Campeira - Grupo Querência
13
Bate Coxa No Totonho - Grupo Reponte
14
A Primeira Vez - Délcio Tavares
15
Requebra Marvada
16
Temporal - Cássia Abreu
17
Me Cutuca - Tchê Chaleira
18
Indecisão - Os Galponeiros
19
Vanerão Pra Nega Véia - Balanço Do Tchê
Memória Dos Tempos - Omair Trindade
De: Omair Trindade
Brasil grande do sul
Fogão de pátria e de nativismo
Junto a pia do batismo
da crioula tradição
O ronco do chimarrão
na prece tradicional
Lembro do tempo imperial,
aqueles tempos passados
De tantos filhos enjeitados
do Rio Grande imortal
Tempos de pátria e peleia
tempos de luta e clarim
Rubim, a lança o capim
e a gauchada peleando
E as vezes fico pensando
porque hoje não é assim
Será que o guasca morreu
por traz de alguma fascina
Será maldição de china
olho grande mal olhado
Já chega de indagação!
O Rio Grande é permanente
Nos lampejos dos tição.
Então, então revivo a minha memória
Ouço rufares de patas
no solo da pampa grande
Barulho de freios, tinidos de espora,
gritos de guerra, toques de clarim
E eu falo e mostro
um pedacito da nossa história
Brasil grande do sul
Fogão de pátria e de nativismo
Junto a pia do batismo
da crioula tradição
O ronco do chimarrão
na prece tradicional
Lembro do tempo imperial,
aqueles tempos passados
De tantos filhos enjeitados
do Rio Grande imortal
Tempos de pátria e peleia
tempos de luta e clarim
Rubim, a lança o capim
e a gauchada peleando
E as vezes fico pensando
porque hoje não é assim
Será que o guasca morreu
por traz de alguma fascina
Será maldição de china
olho grande mal olhado
Já chega de indagação!
O Rio Grande é permanente
Nos lampejos dos tição.
Então, então revivo a minha memória
Ouço rufares de patas
no solo da pampa grande
Barulho de freios, tinidos de espora,
gritos de guerra, toques de clarim
E eu falo e mostro
um pedacito da nossa história